sexta-feira, 14 de novembro de 2014

“Vou recorrer ao Tribunal de Deus (Yahweh)”, diz agente que parou juiz em blitz e foi condenada a indenizá-lo


A agente de trânsito Luciana Silva Tamburini, que foi condenada a pagar uma indenização de R$ 5 mil a um juiz parado por ela numa blitz da Lei Seca em 2011, afirmou que recorrerá a Deus (Yahuh) para reverter a decisão da Justiça.

Na última quarta-feira, 12 de novembro, a 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve, por unanimidade, a condenação de Luciana.

O imbróglio começou porque, ao ser parado em um carro sem placas e sem portar a Carteira Nacional da Habilitação (CNH), o juiz João Carlos de Souza Correa identificou-se como juiz e teria dado a entender que gostaria de ser liberado sem maiores contratempos.

Na ocasião, Luciana Tamburini disse a Correa que ele era “juiz, mas não Deus (Yahweh)”, e que estava sujeito á lei. Contrariado, Correa deu voz de prisão à agente de trânsito.

Posteriormente, Luciana moveu uma ação por danos morais contra o juiz, mas a Justiça do Rio de Janeiro entendeu que ela havia desacatado o magistrado com deboche, e reverteu a ação, condenando-a a pagar a indenização de R$ 5 mil.

“A 14ª Câmara do Rio rasgou a Constituição. Acho que o corporativismo é da 14ª Câmara. Eles só perdem mais crédito na sociedade. Vou até o tribunal de Deus (Yahweh) se for preciso”, protestou Luciana Tamburini em entrevista ao G1.

Para a agente de trânsito, a decisão da Justiça abre um precedente perigoso: “Como cidadã fiquei muito decepcionada. É melhor colocar uma emenda na Constituição que juiz não pode ser multado, pode humilhar, pode ofender. Se eu sou fiscal da lei vou cumprir”, pontuou.

Uma “vaquinha” online foi aberta e reuniu os valores necessários para que Luciana quite a indenização. Os valores excedentes poderão ser doados a instituições de caridade.
juiz João Carlos de Souza Correa

Os internautas que se mobilizaram para apoiar Luciana Silva Tamburini, a agente da Operação Lei Seca condenada a pagar R$ 5 mil ao juiz João Carlos de Souza Correa, já arrecadaram mais de R$ 10 mil. 
A solidariedade surpreendeu a profissional, hoje licenciada da função.
"Nossa, eu achei muito legal. Se Deus (Yahweh) quiser, vou reverter a decisão em terceira instância e vamos doar o valor arrecadado para alguma instituição. Essa solidariedade é o que importa. Estamos fazendo nosso trabalho. Saber que estão do nosso lado nos incentiva. O nosso governo só desincentiva. E a gente fica com medo de fazer o trabalho", comemora.
processo que envolve Luciana e Correa teve início há três anos e meio, quando o juiz foi parado em uma blitz da Operação Lei Seca. Ele dirigia um Land Rover sem placa e documentação, não estava com a habilitação e deu voz de prisão a Luciana, quando ela disse que o magistrado “não era Deus (Yahweh)”.
Ela chegou a ser levada para a delegacia naquela noite. Na última sexta-feira, entretanto, o desembargador José Carlos Paes, da 36ª Vara Cível do Rio, entendeu que foi ela quem “agiu com abuso de poder, ofendendo o réu, mesmo ciente da função pública desempenhada por ele”.
Revoltados com a multa, internautas de várias partes do país criaram uma vaquinha virtual para ajudar no pagamento, conforme havia adiantado a coluna de Ancelmo Gois. 
Organizadora da mobilização, a advogada Flávia Penido ficou sabendo da decisão pelo Twitter. 
"Não sou advogada criminalista, mas me chamou atenção o fato de a voz do juiz prevalecer, ainda que ele estivesse cometendo um ato ilícito. O magistrado estava sem habilitação, sem documento do carro e, mesmo assim, não se acabrunhou em dar voz de prisão à funcionária. Algumas pessoas já me disseram que ela não deveria ter dito que “juiz não era Deus”. E realmente talvez não devesse, talvez tenha lhe faltado tato. Mas falta de tato ainda não é crime. E o juiz estava cometendo um ato ilícito. Esse é um só dos muitos exemplos que nós vemos todo dia: aquela síndrome do “você sabe com quem está falando” - diz.
Desembargador José Carlos Paes
(Fonte:Tiago Chagas/Gospel+.com.br/ O que a Bahia quer saber Correios)

A importância da ressurreição de Yahushua para nossa fé.


"Não fiquem admirados com isto, pois está chegando a hora em que todos os que estiverem nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão; os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para serem condenados". (João 5:28-29)


Da época dos profetas de antigamente até o Novo Testamento, a palavra de Yahweh fala da ressurreição do Yahushua.

Com um relato completo da palavra inspirada de Yahuh, junto com a visão histórica que os homens escreveram, parece que seria impossível a humanidade negar a ressurreição do nosso Senhor. Ainda assim há aqueles que negam este fato. É igualmente alarmante saber que há muitas pessoas que acreditam na ressurreição mas falham em perceber a sua importância. 

As provas da morte de Yahushua.

Para provar que Yahushua voltou da morte é necessário repararmos primeiro que ele morreu e foi sepultado. Oferecemos a prova de sua morte porque há alguns que diriam que ele estava apenas inconsciente ou num transe: Marcos 15:37 diz que Jesus clamou em alta voz e entregou o seu espírito. Continue lendo neste mesmo capítulo, e você reparará nos versículos 43 e 45 que José veio pedindo o corpo de Yahushua. Também verá que Pilatos se assegurou de que Yahushua estava morto. João 19:31-34 relata que, por causa da preparação do sábado para os praticante da palavra, Pilatos fez com que quebrassem as pernas daqueles que foram crucificados, para que a morte viesse rapidamente. Contudo, quando chegaram em Yahushua viram que ele já estava morto. 

Outra evidência é dada em relação a sua morte quando um soldado cortou o lado de Jesus com uma lança e saiu sangue e água. Homens estudiosos dizem que, quando se morre, há uma separação entre o sangue e a água nas veias conforme o sangue coagula ou engrossa. Isso, então, deveria ser prova suficiente de que o nosso Senhor verdadeiramente morreu. Se Yahushua não tivesse morrido é uma outra lição, mas uma coisa é certa: Yahushua "foi sepultado, e foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as escrituras"(1Cor.15:4). 

As provas da ressurreição de Yahushua:

Sim, Yahushua morreu. Pelo que você sabe, ele morreu em vão? Se, até então, você não reconheceu a importância da morte, o sepultamento e a ressurreição de Yahushua, procure estudar com calma e atenção todo cap. de 1 Corintios, que diz mais ou menos assim, "Ora se pregamos o Yahushua que levantou-se dentre os mortos, como falam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?,Se não há ressurreição de mortos, Yahushua não foi ressuscitado. E se Yahushua não ressuscitou, é inútill vossa fé." (1Cor. 15:12-14). 

Confio que descobriremos neste estudo da palavra de Yahuh aquelas verdades que causarão sua chegada mais perto de um relacionamento com Yahushua.

Eu te peço que leia cuidadosamente a história da morte, do sepultamento e da ressurreição do nosso Yahushua como dado nos quatro relatos do evangelho: Mateus 27:22-66; 28:1-10; Marcos 15:16-45; 16:1-14; Lucas 23:21-56; 24:1-53; João 20:13. Também leia e considere 1 Coríntios 15. Estaremos nos referindo a estas Escrituras nesse breve estudo. 

Tendo lido as referências acima, pode-se ver a prova da ressurreição. Queremos trazer alguns fatos novos, para que não esqueçamos como a ressurreição foi bem estabelecida. Em 1 Coríntios 15:4-8, aprendemos que ele  ressuscitou no terceiro dia. Ele foi visto por Cefas, pelos doze, por 500 irmãos de uma vez só, por Tiago, depois por todos os apóstolos. Por último ele foi visto por Paulo, como um nascido fora de época. 

Notemos o que alguns historiadores tem escrito: 

Edersheim: “A ressurreição de Yahushua pode sem hesitação ser chamado do fato melhor estabelecido da história.” 

Ewald: “Nada é mais certa historicamente do que Yahushua  ressuscitou da morte e apareceu novamente a seus seguidores.” 

John A. Brodus: “Se não sabemos que Yahushua o Nazareno se ressuscitou da morte, não sabemos nada na história.” 

Eu tenho certeza de que temos provas adequadas da ressurreição do Yahushua. 

O propósito da ressurreição

A pergunta vem às nossas mentes: “O que foi conseguido através da ressurreição de Yahushua?” Acredito que podemos responder esta pergunta em termos bíblicos simples e, ao mesmo tempo, começar a mostrar a importância da ressurreição de Yahushua. 

O primeiro ponto que queremos notar é o cumprimento das profecias. Alguns acusaram Yahushua de tentar destruir a lei e os profetas; mas Yahushua disse que ele não vinha destruir, mas cumprir (Mateus 5:17). O profeta Isaías profetizou a respeito das coisas que Yahushua sofreria e porque ele as sofreria quase 750 anos antes de ocorrerem. A palavra de Isaías e outras profecias em relação à ressurreição foram cumpridas (Isaías 50:6; 53:5). 


Yahushua, viveu,  superou a tentação e viveu acima do pecado (1 Pedro 2:22-23). Assim, ele superou o pecado na carne. O pecado, ao chegar neste mundo, trouxe a morte (Romanos 5:12). Quando Yahushua foi crucificado ele teve que superar este obstáculo. Ele foi colocado no túmulo e no terceiro dia ressuscitou, conquistando a morte. Através da ressurreição, ele demonstrou que nenhuma força na terra poderia impedi-lo de conquistar a morte (1 Coríntios 15:26). 

Quando a ressurreição estava completa, aprendemos do escritor hebreu (Hebreus 5:8-9) que Yahushua se tornou perfeito e se tornou autor da vida eterna. Através de um homem, o pecado entrou no mundo e por um homem uma saída foi aberta para todos os que seguiriam o autor da salvação (Romanos 5:19, 1 Coríntios 15:21). Aprendemos, também, que renovou a esperança dos apóstolos, como também nos dá esperança da ressurreição (1 Coríntios 15:22-23). 

Resumo

Como a ressurreição nos afeta? 

1. A Semente morreu e nos trouxe vida através da ressurreição (João 12:23-24; 1 Coríntios 15:35-38,42-43). 

2. Através da morte de Yahushua, o Novo Testamento teve efeito (Hebreus 9:15-18). 

3. Através dos fatos da sua ressurreição a nossa fé é fortalecida (1 Coríntios 15:55-57, 1 Tessalonicenses 4:14-17). 

4. Assim, Yahushua é  não como um governante terrestre, mas como um governante espiritual nos oferecendo a redenção (Colossenses 1:14). 

Mas "se aguardamos em Yahushua apenas nesta vida, somos todos homens dignos de pena. Yahushua, foi ressuscitado dos mortos, como primícia dos que dormem. Pois da mesma forma que veio a morte por um homem, também por meio de um homem a ressurreição dos mortos. Pois assim como em Adão todos morrem, também da mesma forma em yahushua serão vivicados. Cada um em sua ordem: Yahushua como primícia, depois os que são (da parte) de Yahushua na sua vinda" (1 Cor. 15:19-23)

 O plano é dado em Romanos 6:1-23: Deixamos morrer o velho homem, o sepultando com Yahushua, voltando na novidade da vida para vivermos trilhando nossa fé na esperança viva da ressurreição seguindo o caminho traçado por nosso pai, vivendo em novidade de vida para sermos os servos de Yahuh. 

Que a partir de hoje você passe a entender esse o tema sobre ressurreição, pois ele é vital para nossa esperança futura e também um dos pilares para nossa fé.

(Baseado no estudo de Jackie Richardson)

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Para você meditar:


No Livro de Lucas também narra uma triste historia de um rico servo de Mamon (Lc. 12.16-21):



"E propôs-lhes uma parábola, dizendo: a herdade de um homem rico tinha produzido com abundância. E arrazoava ele entre si, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. E disse: Farei isto: derribarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; e direi à minha alma: alma, tens em depósito muitos bens, para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Yahweh lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma, e o que tens preparado para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros e não é rico para com Yahweh." 

Quebrando as regras: A ajuda veio de quem precisava de ajuda.


Nesses dias de chuva forte, o que fazer quando um pneu fura no meio do caminho, à noite, e a água não para e cair?

Em São Bernardo, no ABC paulista, um motorista jovem, novo de carta, assustado, que nunca tinha passado por isso, se surpreendeu quando a única ajuda que recebeu veio e um morador de rua.
O homem se aproximou, ofereceu ajuda e enquanto eles trocavam o pneu juntos, a solidariedade e uma boa conversa ajudaram a diminuir, por alguns instantes, o preconceito e as diferenças que existiam entre os dois.

O motorista Samir Rachid, de 19 anos, que é ator, contou no Facebook: "A coisa que me deixou mais triste foi quando minha mãe ligou no meu celular eu atendi e falei: "Oi mãe!".
"Que saudades da minha mãe", comentou Alexandre Passareli, o mendigo.
"Porque você não volta pra sua terra? " perguntou Samir.
"Tenho vergonha! Vim trabalhar e virei mendigo", lamentou Alexandre.
Conclusão do motorista: "quem menos tem é quem mais tem a oferecer".
Com o carro pronto, Samir Rachid se despediu e em agradecimento, prometeu levar roupas e comida ao novo amigo no dia seguinte. E teve nova surpresa:
"Se possível traga uma ração de cachorro. Eu alimento os cachorros da rua", pediu Alexandre, com suas roupas velhas, sujas e agora molhadas.

Samir Rachid seguiu pra casa e no caminho teve tempo pra pensar no que tinha acontecido: "O cara é um mendigo, um morador de rua e me ajudou em baixo de chuva. E muitas pessoas passando a pé e ninguém parou para ajudar nem nada”.

E se emocionou: "Juro eu chorei muito voltando. E o mais engraçado: ele não me pediu nada (de valor) em troca. E me disse: " Meu filho, vai com Deus (Yahweh)." 

No dia seguinte, conforme prometido, Samir foi levar as roupas e a ração, pedidas pelo mendigo e tirou a foto acima.

Esse contato próximo com um morador de rua fez o ator olhar os mendigos com outros olhos: “Mudou minha visão sim, mas também não podemos generalizar, porque tem as almas boas, mas tem as almas ruins também, né?”

Alexandre certamente está entre as boas, mas então por que vive uma vida tão dura e difícil?
Mistérios que a gente custa a entender.

A Yahweh quase todos dizem servir – mas, e aos outros?


Servir é uma das mais nobres missões cristãs (Mc 10:44), como entregar-se pela vida dos outros, um dos ensinos mais pessoais de Yahushua (Jo 10:11; 15:13). 
Infelizmente o que temos visto é uma desconstrução do perfil essencial de discípulo do mestre – através de crentes que não servem a ninguém, senão a eles próprios, sem qualquer humildade e ainda ressaltados por atitudes impositivas. Gente que mesmo na igreja, a postura revela o caráter egocêntrico de quem não está acostumado a servir, a ceder à vez, a pedir desculpas, a dar preferência, a ser gentil, a perdoar, a suportar e até a carregar as cargas de quem precisa – tudo isso é bíblico, mas quase nada é praticado; mas por quê? Porque não querem servir aos outros e nem seguir o padrão estabelecido por Yahushua. (Mt 20:28).
Se servir já nos é difícil, quanto mais humilhar-se diante do próximo.
Na verdade, nestes dias de evangelhos genéricos com suas proclamações de “super crentes”, de “prosperidades sem fim”,  e de “princesas e príncipes”; nos inquieta o ensino de humilhar-se – desequilibra-nos em nossa “teologia de superioridade” aquela recomendação de oferecer o outro lado da face já atingida (Mt 5:39). As instruções que aplaudimos não têm nada a ver com fazer-se de servo para cumprir o verdadeiro Evangelho; na realidade, o que mais é desejado são os tipos de “evangelhos” que classificam senhores, organizam cabeças, ordenam maiorais, revestem ungidos, estabelecem líderes, elevam astros e fazem brilhar estrelas – tais “boas novas” com tantos “TOPs e UPs” só não geram servos, é claro (Mt 23:11).
Não generalizando, mas a atual postura cristã de não querer servir não é por um simples efeito de natureza cultural ou social da pós-modernidade – sobretudo é um problema de centralidade

Significa que enquanto formos egocêntricos jamais nossa vida será verdadeira como cristãos. Enquanto não reconhecermos Yahushua como a porta, tudo continuará girando em torno de nós mesmos (2 Tm 3:2) – nem que para isso tenhamos que escutar um “evangelho” cuja força o texto mediante a manipulações seja conveniente. A maioria está há tanto tempo sem servir aos outros que quando o faz até estranha (leiam-se esses “outros” como aqueles que estão fora ou nas periferias de nossos círculos de amizades e fraternidade). A atitude de oferecer auxílio não era para ser uma exceção ou provocar alteração positiva de humor – deveria ser habitual e fazer parte da convivência diária, sem distinções ou fora da normalidade.
As oportunidades de servir não estão somente em programas assistenciais como o dos Médicos sem Fronteiras, nas doações do Programa Criança Esperança ou naqueles carnês de contribuições missionárias que circulam nas igrejas. A prática do servir carece mostrar-se além das carteiras e das respostas financeiras; precisa ter rostos, nomes, sorrisos, lágrimas e abraços – precisa ser você in loco e o melhor lugar pra começar a fazer isso é na rua, no ônibus, no trabalho, na escola e em qualquer local em que estivermos deveremos ser servos de Yahweh e do próximo! 
(Silvio Costa)

Morte de pastor traz a tona os 5 ensinamentos “controversos” em sites evangélicos.

Após o trágico acidente que vitimou o pastor Myles Munroe, sua esposa, filha e mais 6 pessoas nas Bahamas, uma parcela dos evangélicos lamentaram a perda. Contudo, vários sites e blogs lembraram que os ensinamentos do Doutor Myles, como ele gostava de ser chamado, são bastante controversos. Há quem afirme que seus ensinamentos como um todo faziam mal para a igreja, pois tiravam Jesus (Yahushua) do centro da mensagem.

1) Em “Como compreender seu potencial”, primeiro livro de Munroe lançado no Brasil, no início da década de 1990 ele defende que Deus (Yahweh) nos criou para sermos onipotentes (página 23). Em nenhum lugar da Bíblia existe menção disso, pelo contrário o pecado fez com que o homem caído padecesse e morresse.
Na página 43 do mesmo livro, traz uma “revelação” bastante questionável. “O corpo de Lúcifer foi criado com tubos internos para que toda a vez que ele levantasse uma asa, um som saísse na forma de música (…). Assim que ele começava a abanar suas asas e os anjos começavam a cantar”. Além de não haver menção disso na Bíblia, Munroe não explica qual a origem desse ensinamento.
2) Em 2009, Munroe participou de um evento ao lado de importantes líderes de diversas religiões, incluindo o Dalai Lama. O centro do discurso do Dr. Myles era trazer o “governo” de Deus (Yahweh) para o planeta Terra. Essa perspectiva instalaria uma “cultura celestial” no planeta, como uma “colônia de Deus (Yahweh)”.

3) Ano passado, ao pregar em sua igreja, Myle Munroe declarou: “A Bíblia nunca disse que Jesus (Yahushua) morreu, sabia? O termo usado no original é ‘expirou’, soltou o ar que estava nele”. Isso contraria frontalmente o centro do cristianismo e ignora o que apóstolo João diz em João 12:32-23 “Quando [eu] for levantado da Terra, todos atrairei a mim. E dizia isto, significando de que morte havia de morrer” e Paulo em 1 Coríntios 1:18 “A mensagem da morte de Cristo (Yahushua) na cruz é loucura para os que estão se perdendo”.


4) No vídeo de uma pregação feita em 2014, o doutor Myles afirma claramente que a maior dificuldade para se evangelizar as pessoas hoje em dia é que os crentes insistem em falar sobre sangue, morte e cruz. Na verdade, eles deveriam estar falando sobre o Reino de Deus (Yahweh), lugar onde Deus (Yahweh) quer que estejamos. Essas são as “boas novas” que Jesus (Yahushua) anunciou e não a sua morte. Isso contradiz o que o apóstolo Paulo, responsável por grande parte do Novo Testamento, afirma em 1 Coríntios 2:2 “Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo (Yahushua), e este, crucificado”.

5) Esse ensinamento para ele não era novo. Um vídeo dele pregando na conferência “Youth Alive 2011”, afirmou que o principal objetivo de Jesus (Yahushua) não era morrer na cruz. E que o centro da mensagem do Evangelho não estava na ressurreição. Pelo contrário, o perdão dos pecados era apenas para possibilitar a entrada dos homens no Reino de Deus (Yahweh) tanto nesta vida e depois da morte, no céu.  Novamente uma contradição ao que Paulo ensina em 1 Coríntios (ver capítulo 15).

Obs. do autor do blog:E esses ensinos ainda consegue atrair seguidores. Quantas heresias deixadas por este senhor. E se você for observar nos vídeos postados no Youtube, ele é tido como falso profeta.
(Fonte: jarbas Aragão/Gospel prime)

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Palavras do sábio: Tudo é vaidade!

"Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidedes, tudo é vaidade"(Ecles. 1:2)

Segundo o dicionário Enciclopédico Brasileiro (Novo Brasil Editora, 1979, V. 5, p. 1567) é a “Qualidade do que é vão, sem solidez nem duração, inútil, fatuidade, vanglória, ostentação, presunção, futilidade, coisa vã.Segundo a nota de rodapé da Bíblia de Estudo de Genebra referente a Eclesiastes 1.2, em explicação ao termo vaidade (1999, p. 769): “A palavra, no hebraico, significa “sopro” ou “neblina” e, por isto, aquilo que é “inútil”, “fútil” ou “não substancial”. 

Pode-se concluir que, quando a Bíblia fala de "vaidade", seu significado é sopro, algo vazio, sem sentido, algo que é transitório, que é efêmero. É "correr atrás do vento". É colocar esperança naquilo que é vão, perecível."


São muitos os versículos bíblicos que usam o termo “vaidade”, sendo que o mais conhecido deles é Eclesiastes 1.2, escrito pelo sábio Salomão em sua velhice: “Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade” (Almeida Corrigida Fiel).   Em outra versão da Bíblia, este mesmo texto está escrito da seguinte forma:  “"Que grande inutilidade!", diz o Mestre. "Que grande inutilidade! Nada faz sentido!”(N.V.I.). Neste versículo, Salomão usa o termo vaidade no sentido de algo sem duração, passageiro, inútil, vão. O livro de Eclesiastes está recheado do termo vaidade neste mesmo sentido utilizado em Eclesiastes 1.2.


A  Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal (CPAD, 1995, p. 876), em explicação ao Verísculo 2 de Eclesiastes 1, fala sobre o objetivo de Salomão ao escrever o referido texto: "No reinado de Salomão , Israel viveu sua época áurea, mas o rei desejava que as pessoas entendessem que o sucesso e a prosperidade não duram para sempre (Sl 103.14-16; Is 40.6-8; Tg 4.14). Toda realização humana um dia desaparecerá, e devemos guardar  isto em mente, a fim de vivermos sabiamente. Se não o fizermos, também nos tornaremos orgulhosos e auto-suficientes, quando formos  bem sucedidos, ou extremamente desapontados, quando fracassamos. O objetivo de Salomão foi mostrar que os bens terrenos e as realizações são, em última análise, sem sentido. Somente a busca a Deus traz a verdadeira satisfação. Devemos honrar a Deus em tudo que dizemos, pensamos e fazemos" .



Efésios 4.17 (N.V.I.): “Assim, eu lhes digo, e no Senhor insisto, que não vivam mais como os gentios, que vivem na futilidade dos seus pensamentos.” (grifo nosso)

Efésios 4.17 (Almeida Corrigida Fiel): “E digo isto, e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente.” (grifo nosso)

Você já tentou pegar a fumaça do escapamento de um carro ou ônibus? Parece bem substancial, mas quando você tenta agarrá-la, percebe-se que não apanhou nada. A vida é assim. Parece impressionante, mas quando você pára e a analisa, não há nada durável ou satisfatório nela. É vazia. 

O livro de Eclesiastes registra a busca de Salomão por significado e propósito na vida. Ele buscava valor real em diferentes áreas, mas o resultado final era deprimente. "Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade" (1:2). "Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol" (2:11). Ele achava a vida vazia e sem significado. Ele disse que era como caçar o vento: nunca se consegue pegá-lo. Estaremos constantemente frustrados se procurarmos ganhar algo na vida que não está nela. Quando reconhecemos que a vida é vazia, somos libertados para buscar seu verdadeiro significado fora desta existência temporal, e então encontramos o significado e propósito verdadeiro. 


Eclesiastes contém quatro pensamentos básicos: A busca do Pregador por valor real na vida; ele concluiu que tudo é vaidade.  Razões para as frustrações na vida. Alguns modos melhores para viver a vida apesar dela ser vazia.  A única satisfação que há para um homem. Este artigo estudará os pontos 1, 2 e 4. 


O escritor buscou significado em muitas áreas. Ele tentou a sabedoria: "Disse comigo: eis que me engrandeci e sobrepujei em sabedoria a todos os que antes de mim existiram em Jerusalém; com efeito, o meu coração tem tido larga experiência da sabedoria e do conhecimento. Apliquei o coração a conhecer a sabedoria e a saber o que é loucura e o que é estultícia; e vim a saber que também isto é correr atrás do vento. Porque na muita sabedoria há muito enfado; e quem aumenta ciência aumenta tristeza" (1:16-18). Com o aumento da sabedoria veio o aumento da dor, porque maior percepção do mundo leva a maior frustração com as coisas tortas do mundo que não podem ser retificadas.  Ele buscou prazer: "Disse comigo: vamos! Eu te provarei com a alegria; goza, pois, a felicidade; mas também isso era vaidade. Do riso disse: é loucura; e da alegria: de que serve?" (2:1-2). 

Ele procurou significado no uso moderado de álcool: "Resolvi no meu coração dar-me ao vinho, regendo-me, contudo, pela sabedoria, e entregar-me à loucura, até ver o que melhor seria que fizessem os filhos dos homens debaixo do céu, durante os poucos dias da sua vida" (2:3).  Ele tentou satisfazer-se com grandes realizações: "Empreendi grandes obras; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas. Fiz jardins e pomares para mim e nestes plantei árvores frutíferas de toda espécie. Fiz para mim açudes, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores" (2:4-6).  Ele comprou escravos: "Comprei servos e servas e tive servos nascidos em casa" (2:7). ‘ Ele acumulou grande riqueza: "Também possuí bois e ovelhas, mais do que possuíram todos os que antes de mim viveram em Jerusalém. Amontoei também para mim prata e ouro e tesouros de reis e de províncias" (2:7-8). ’ Ele buscou divertimento e prazer sexual: "Provi-me de cantores e cantoras e das delícias dos filhos dos homens: mulheres e mulheres" (2:8). “ Ele também observou o resultado da busca por popularidade (veja 4:13-16). Depois dessa análise detalhada, qual foi a conclusão final? "Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol" (2:11). Não havia satisfação em nenhuma destas buscas. 

Razões para as Frustrações na Vida 


Há boas razões pelas quais a vida é inerentemente insatisfatória, não importa quão bem sucedidas nossas buscas possam ser. 

Nenhuma realização. Nada realmente acontece na vida. Há uma infindável e cansativa sucessão de acontecimentos, mas não há resultado. Essa monotonia é bem ilustrada pelos ciclos naturais na terra (1:3-7). O sol se levanta, põe-se, e levanta-se novamente. Muita atividade, nenhuma mudança. O vento sopra para o norte, sopra para o sul, e sopra para o norte novamente. Muito movimento, nenhuma realização. Os rios correm para o mar, e correm para o mar, e correm para o mar. Estão em constante movimento mas jamais se esvaziam e o mar jamais se enche. 

 Não se pode mudar nada. Nunca se consegue, realmente, fazer muita diferença. As coisas vão acontecer quando acontecerem e pouco haverá que se possa fazer para mudar isso. Este é o ponto do Pregador em 3:1-8 quando ele discute como há um tempo para tudo (veja também 3:14 e 8:8). Há muitas coisas importantes sobre as quais não temos, absolutamente, nenhum domínio: o clima, as condições econômicas, a guerra, a doença, a morte, etc. É frustrante estar à mercê de forças externas. 

Não se pode prever nada. "Porque este não sabe o que há de suceder; e, como há de ser, ninguém há que lho declare" (8:7). Há tantas incertezas, tantas perguntas sem respostas na vida. Podemos nos juntar a Jó ao perguntar por quê, e acompanhá-lo no passar de muitos dias agonizantes sem nenhuma resposta. 

 O mesmo destino para todos. A mesma coisa acontece aos homens bons e aos perversos. "Este é o mal que há em tudo quanto se faz debaixo do sol: a todos sucede o mesmo" (9:1-3). A morte é muito democrática; há uma para todos. Quanto a esta vida, a mesma coisa que acontece conosco acontece aos animais: morremos e nossa carne apodrece (3:18-21). Se a vida atual fosse tudo o que há, nosso fim seria exatamente igual ao dos animais. Que deprimente! 

 O acaso governa. "Vi ainda debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes, o favor; porém tudo depende do tempo e do acaso" (9:11). O sucesso não está sob o nosso comando. O melhor sujeito nem sempre ganha. Às vezes a vitória é apenas uma questão de sorte. 

‘ Nenhuma retenção. Aqui nada é durável. Poucos anos depois que morrermos ninguém se lembrará de nós nem se importará conosco. Nosso legado será passado para alguém que não trabalhou por ele e que, conseqüentemente, não o apreciará nem usará como nós o faríamos. "Pois, tanto do sábio como do estulto, a memória não durará para sempre; pois, passados alguns dias, tudo cai no esquecimento. Ah! Morre o sábio, e da mesma sorte, o estulto! ... Também aborreci todo o meu trabalho, com que me afadiguei debaixo do sol, visto que o seu ganho eu havia de deixar a quem viesse depois de mim. E quem pode dizer se será sábio ou estulto? Contudo, ele terá domínio sobre todo o ganho das minhas fadigas e sabedoria debaixo do sol; também isto é vaidade" (2:16, 18-19). O empenho humano não pode ser recordado, retido ou passado a outro. 

Nenhuma satisfação. As pessoas freqüentemente pensam, "Se tivéssemos mais um pouco, poderíamos ser felizes." Assim conseguem um pouco mais; porém, ainda estão infelizes. As coisas desta vida nunca satisfazem; nosso vazio sempre fica mais e mais profundo. "Todo trabalho do homem é para a sua boca; e , contudo, nunca se satisfaz o seu apetite" (6:7). 

“ Injustiça. A vida não é justa. Quem consegue o emprego ou a promoção? Muitas vezes é a pessoa que menos merece. Geralmente é preciso menos esforço para criar um problema do que para resolvê-lo. "Qual a mosca morta faz o ungüento do perfumador exalar mau cheiro, assim é para a sabedoria e a honra um pouco de estultícia" (10:1). 

” Velhice. Eclesiastes 12:2-8 registra uma descrição poética do envelhecimento. Em termos pitorescos, as fraquezas da velhice são descritas: as mãos trêmulas, a postura encurvada, os dentes perdidos, a visão diminuída, a audição debilitada, o sono intermitente, a voz áspera, o cabelo encanecido, o andar desajeitado, etc. Assim, se não morrermos antes, estaremos todos destinados a esse estado débil. Que deprimente! 

A Verdadeira Satisfação na Vida 

Necessitamos dessa mensagem. É má notícia. Mas precisamos receber as más notícias para procurarmos a cura. Podemos menosprezar o fato da vida ser vazia, podemos ocupar-nos em atividades frenéticas, podemos trombetear em alto som que estamos felizes e satisfeitos, mas não podemos escapar. Buscando sombras incontáveis ficamos cada vez mais vazios. Somente quando reconhecermos a total futilidade de todos os esforços nesta vida, nos voltaremos para aquele que pode dar o significado e a satisfação que buscamos. A vida realmente tem significado, propósito e valor quando nossa meta é servir a Yahweh. "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Yahweh e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Yahweh há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más" (12:13-14). Há um espaço em nossa alma que somente Yahweh pode ocupar, e nunca estaremos em paz até que permitamos que ele a preencha. 

Esta é a mensagem de Eclesiastes. A vida é vazia, a menos que façamos de Yahweh nossa vida. Ele é a única meta adequada de nossa existência. Sem ele descemos no vazio e no desespero, apesar de todos os esforços para nos enchermos com o mundo. "Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade" (1:2). 

-por Gary Fisher 

(Fonte: Zilá Barcellos/ Jesus nosso fiel Advogado)

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