quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Castigo Eterno: Aniquilação dos Pecadores.


Estudo Bíblico:


Texto base: “E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras”. [Apocalipse 20: 11, 12]

Objetivo: Ao estudar essa lição seremos capazes de explicar porque cremos que o final dos malvados será a aniquilação e não o tormento eterno.

Introdução


1) Ao longo dos séculos a maioria das igrejas e pregadores têm ensinado e afirmado a idéia de que o inferno é um local de tormento eterno. Mas surge um grande problema para se harmonizar esse ensino com aspectos fundamentais da fé cristã. Como é possível, Deus que tanto amou ao mundo, que enviou Seu filho unigênito para salvar aos pecadores possa ser também um Deus que tortura as pessoas para sempre, por toda a eternidade? Como pode Deus, ser um Deus de amor e justiça atormentar aos pecadores para sempre em um inferno ardente? Isso não equivaleria a “vida eterna” só que num lugar de tormento?

2) Essa confusão inaceitável tem induzido eruditos bíblicos a reexaminar os ensinos bíblicos referentes ao inferno e ao castigo final. A questão fundamental: O fogo do inferno atormenta aos perdidos eternamente ou os consome de forma permanente?
Pergunta: A que tem levado essas questões?

3) Nossa compreensão a esse respeito é que o inferno é o castigo final, a aniquilação permanente dos pecadores. Como diz a Bíblia: “O mal não existirá mais” (Salmo 37: 10) porque “seu fim será a perdição (Filipenses 3: 19).

Analises


4) A crença na aniquilação final dos perdidos se baseia em quatro considerações bíblicas principais:

a)       A morte como castigo do pecado;
b)       O vocabulário bíblico sobre a destruição;
c)       As implicações morais do tormento eterno;
d)       As implicações cosmológicas do tormento eterno.

A- A morte como castigo do pecado


1- A aniquilação final dos pecadores impenitentes se indica pelo principio bíblico fundamental de que o castigo final do pecado é a morte. Considere o que dizem estes versículos: Ezequiel 18: 4, 20 e Romanos 6: 23. O castigo do pecado abrange não somente a primeira morte, que todos experimentam como resultado do pecado de Adão, mas também o que a bíblia chama “a segunda morte” (Apocalipse 20: 14; 21: 8), que é a morte final, irreversível, experimentada pelos pecadores impenitentes,

2- A paga final do pecado não é o tormento eterno, mas sim a morte eterna, permanente. A bíblia ensina que a morte e a cessação da vida. É a ressurreição que faz com que a morte em vez de ser o fim definitivo da vida se converta em um sono temporário (leia 1Coríntios 15: 17, 18). Porém não existe ressurreição após a segunda morte, porque aqueles que a experimentem serão consumidos  no “lago de fogo” (Apocalipse 20: 14). Essa será a destruição (aniquilação) final. Só Deus é imortal e dará a imortalidade aos crentes, os não crentes não receberão esse dom. 

B- O vocabulário bíblico sobre a destruição dos ímpios.

1- A segunda razão para crer na aniquilação dos perdidos no juízo final é o amplo vocabulário de destruição usado na bíblia para descrever o fim dos ímpios. Veja os seguintes Salmos que descrevem a destruição dos ímpios com imagens dramáticas: 1: 3-6; 2: 9-12; 11: 1-7; 34: 8-22; 37: 2, 9, 10, 20, 38; 56: 6-10; 69: 22-28; 145: 17, 20. Eles se harmonizam completamente com os ensinos do resto das escrituras.

2- Os profetas freqüentemente anunciam a destruição final dos ímpios no dia do Senhor (em um sentido escatológico) Leia: Isaias 1: 28; Sofonias 1: 15, 17-18; Oséias 13: 3; Malaquias 4: 1-2.

3- O novo testamento descreve o fim dos ímpios com palavras e imagens que demonstram total aniquilamento. Veja como compara Jesus a completa destruição dos maus: Mateus 13: 30, 40; 13: 48; 15: 13; Lucas 13: 7; 17: 27, 29; João 15: 6 e outros.

4- Aqueles que apelam às referencias de Cristo ao inferno ou ao fogo eterno (geena, Mateus 5: 22, 29-30; 18: 8-9; 23: 15, 33; Marcos 9: 43, 44, 46-48) para apoiar sua crença no tormento eterno falham em reconhecer um ponto importante, como demonstra Jhon Stott: “O fogo em si é qualificado como eterno e que não se apaga, porem seria muito raro que algo que nele jogado resultasse em algo indestrutível”. Nossa expectativa seria de ocorrer justamente o oposto, que seria consumido para sempre, não atormentado para sempre. Daí que a fumaça (evidencia de que o fogo realizou sua obra) “sobe para todo o sempre” (Apocalipse 14: 11, ver 19: 3). A referencia de Cristo a genna não indica que o inferno é um lugar de tormento sem fim.

C- As implicações éticas do tormento eterno


1- A noção de que Deus tortura deliberadamente aos pecadores pela eternidade é totalmente incompatível com a revelação bíblica de Deus como um Ser de amor infinito. Um Deus que impõem as suas criaturas uma tortura infinita e inacabável, não importa quão pecadores tenham sido, não harmoniza com o Pai amante que nos é revelado por Jesus Cristo. A justiça divina jamais poderia  demandar para pecados finitos a penalidade infinita de dor eterna. Como se qualifica o juízo de Deus nas escrituras? Observe Gênesis 18: 25; Salmos 89: 14 e Apocalipse 20: 12.

D- As implicações cosmológicas do tormento eterno


1- O tormento eterno pressupõe um dualismo eterno; o reino de glória e o inferno de fogo, a felicidade e a dor, o bem e o mal, os quais continuariam existido para sempre, um ao lado do outro. É impossível reconciliar esse ponto de vista com a visão profética do novo mundo. Veja como o apóstolo João descreve o novo tempo: Apocalipse 21: 4. Como poderiam não existir pranto, clamor e dor se a angustia dos perdidos fossem características permanentes da nova terra e novo céu?

2- A presença de incontáveis milhões sofrendo tormento permanente, mesmo que isso ocorresse muito longe dos salvos, somente serviria para destruir a paz e a felicidade do novo mundo. A nova criação seria defeituosa desde seu começo, porque os pecadores permaneceriam como uma realidade eterna no universo de Deus.

Conclusão


5- O propósito do plano de salvação é finalmente erradicar deste mundo a presença do pecado e dos pecadores. Só quando os pecadores, Satanás e a morte forem por último consumidos no lago de fogo e extintos por intermédio da segunda morte poderemos verdadeiramente dizer que a missão redentora de Cristo se terá cumprido. O tormento eterno projetaria uma sombra escura permanente sobre a nova criação. (leia Apocalipse capitulo 20)

igreja de Deus 7º dia em México
tradução e adaptação: presb. Sérgio - igreja de Deus em São Paulo

O Natal é bíblico? Devemos comemorar o natal? Porque o Natal?

 Pois bem. está se aproximando o natal. Uma data onde no mundo comemora o nascimento de Cristo (Yahushua), mistura com árvore de Natal, presentes, Papai Noel e as felicitações para um novo ano que vai chegar. E como sempre, é aguardado com muita ansiedade pelas pessoas.  Será que é verdadeiro o significado do natal? Sabemos que a palavra do Eterno condena a mentira. E tudo aquilo que não vem de bases sólidas deve ser rejeitado por aqueles que desejam viver de fato a palavra de YHWH. 


A ORIGEM DO NATAL


Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo (Yahushua) ? Nasceu Yahushua em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Yahushua, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus (Yahushua)? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos!


O SIGNIFICADO DE “NATAL”


A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de  Yahushua. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por YHWH. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.


A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS (Yahushua)

Com certeza, Yahushua não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de YHWH sabemos que Yahushua não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.” Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco... Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, Yahushua não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Yahushua é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa. 


A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO

Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Yahushua, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de YHWH como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus (YHWH), assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.


A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES


A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de YHWH e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 - “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”


O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS

O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes“as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!


A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA

Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Yahushua. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Yahushua no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!


VELAS OU LUZES

O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!


PRESÉPIO

O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou YHWH todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu YHWH, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu YHWH, sou YHWH zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”.No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um "altar consagrado", cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.


CONCLUSÃO



Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?


1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos.“… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 - “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:3

2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de YHWH.” (Romanos 12:2): Yahushua disse:Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.” (Mateus 15:9); Além disso, Yahushua disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de YHWH. (Mateus 15:6).

3 - Resistirmos ao espírito mundano do consumismo no Natal.

4 - Agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar : “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: " "Desejo bênçãos abundantes do Yahushua sobre a sua vida nestes dias e em todos os dias de sua vida"; ou ainda: "Que o espírito de Yahushua encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida todos os dias de sua vidal".

Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente bíblicos, e anunciar ao mundo a sua verdadeira palavra, livre dos enganos e mentiras.  ( Pr. Edemar Vitorino da Silva )


Obs: supri algumas palavras como o verdadeiro nome do Jesus cristãos por Yahushua (o verdadeiro nome,e também o verdadeiro nome do Eterno YHWH).  

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O que a bíblia diz: Yahushua não é o Pai ?



Algumas pessoas ensinam que Yahushua é a mesma pessoa que YHWHi. Elas acreditam que YHWH e o Filho não passam de manifestações diferentes da mesma pessoa. Eles fazem uso da seguinte ilustração: um homem pode ser ao mesmo tempo pai e filho. Isso é verdade. Eu sou tanto pai, como filho. Mas eu não sou o meu próprio pai, nem sou o meu filho.

Há inúmeros textos que mostram a diferença entre a pessoa do Pai e a do Filho. "Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Yahushua e nela não permanece não tem YHWH; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho" (2 João 9). "Tanto o Pai como o Filho" leva a entender a existência de dois seres. Yahushua afirmou ter duas testemunhas: ele mesmo e o Pai. "Se eu julgo, o meu juízo é verdadeiro, porque não sou eu só, porém eu e aquele que me enviou. Também na vossa lei está escrito que o testemunho de duas pessoas é verdadeiro. Eu testifico de mim mesmo, e o Pai, que me enviou, também testifica de mim". (João 8:16-18). Se Yahushua fosse a mesma pessoa que o Pai, haveria uma só testemunha, mas Yahushua disse claramente que haviam duas. (Veja também 1João 2:22; 1 Coríntios 8:16).

"Replicou-lhes Yahushua: Se Deus (YHWH) fosse, de fato, vosso pai, certamente, me havíeis de amar; porque eu vim de YHWH e aqui estou; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou". (João 8:42). O Pai enviou o Filho. O Filho não se enviou. Portanto, o Pai não é o Filho.

Yahushua muitas vezes orou ao Pai (Lucas 23:34,46). Estava Yahushua orando a si mesmo? Ele ensinou os discípulos a orar: "Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome." (Mateus 6:9), estando ele próprio na terra. "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco". (João 14:16). Se o Pai, o Filho e o espírito santo são todos uma só pessoa, então Yahushua orou a si mesmo e pediu que enviasse a si mesmo.

O Pai reconhecia o Filho: "E eis uma voz dos céus,que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo". (Mateus 3:17). Será que o Pai estava simplesmente falando para si a respeito de si mesmo? Yahushua disse que, se ele glorificasse a si mesmo, a sua glória não seria nada (João 8:54).

"Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou" (João 6:38). Yahushua veio fazer a própria vontade, ou não? Se respondermos que sim, contrariamos Yahushua. Se dissermos que não (a resposta correta), então admitimos que Yahushua e o Pai são pessoas distintas, porque Yahushua de fato veio fazer a vontade do Pai. (Veja também João 8:29).

O Filho foi para o Pai no céu (João 16:28; 20:17). Se Yahushua é o Pai, ele já estava no céu antes de subir para junto de si mesmo. Yahushua foi ao céu para entrar na presença de YHWH (Hebreus 9:24). Mas ele já estava na sua própria presença. Se o Filho e o Pai são a mesma pessoa, por que Yahushua tinha de ir para o céu para entrar na presença dele próprio?

Vários textos mostram que Yahushua está assentado à direita de YHWH (Colossenses 3:1). Seria uma grande façanha alguém sentar à direita de si mesmo!

Yahushua disse que somente o Pai sabia o momento exato de sua vinda; isso nem mesmo ele sabia (Mateus 24:36). Se Yahushua era o Pai, então ele sabia algumas coisas que não sabia?

Quando Yahushua retornar, após seu reinado de mil anos sobre toda a terra ele entregará o seu reino de volta ao Pai e se sujeitará ao Pai (1Coríntios 15:24-28). Será que yahushua entregará o reino a si mesmo e se submeterá a si mesmo?

As Escrituras ensinam com uma clareza inconfundível a distinção entre o Pai e o Filho.
Só não vê quem está cego com os ensinos romanistas da grande babilônia. ...”sai dela povo meu!... Apocalipse 18: 4. 

A “Vovó do pó” se converte e passa a trabalhar no combate as drogas


Ela comandou oito bocas de fumo entre BH e Ribeirão das Neves nos anos 1970 e 1980. Hoje, Leida Batista atua como missionária em penitenciárias e em uma igreja na capital (Estado de Minas).
Da primeira impressão que se tem ao ser apresentado a Leida Gabriel Batista, 60 anos completos em outubro, fica a imagem de uma vovó de antigamente, de coque nos cabelos e saia comprida. Faladeira, a velha senhora recita passagens inteiras da Bíblia. Sabe dizer de cor números dos capítulos e versículos. É difícil acreditar que essa pessoa seja a mesma Vovó do Pó, conhecida também como Baiana, ex-traficante de drogas que, sozinha, chegou a comandar oito bocas de fumo da Vila do Índio, na Região da Pampulha, em Venda Nova, e na Vila São José, em Ribeirão das Neves, na Grande Belo Horizonte.
Condenada por tráfico de entorpecentes, porte de armas, formação de quadrilha e tentativa de homicídio, Leida cumpriu pena na Penitenciária Feminina de Santana, em São Paulo. Não deve mais nada. Por onde anda, leva a tiracolo a Bíblia e uma pasta onde estão os registros de internação no Hospital Galba Velloso, em BH, e as fotos dos tempos de traficante (quando chegou a pesar menos de 50 quilos e a perder os cabelos). Exibe ainda o atestado de bons antecedentes, plastificado. O documento serve como passaporte para a entrada em presídios como o Dutra Ladeira e a penitenciária de Neves, na Grande BH, onde ela ministra palestras de conscientização de duas a três vezes por semana. Experiente, Leida conversa de igual para igual com os detentos. “Digo a eles que Jesus não vai ficar parado esperando que larguem o treszoitão (revólver calibre 38). Explico que passarinho parado ou é estilingue ou é gaiola. E que com eles é a mesma coisa, ou morrem no tráfico ou vão para a cadeia. Peço para lembrar quantos colegas deles já desceram a sepultura enquanto eles estão seguros dentro da prisão. E termino citando João, capítulo 8, versículo 32: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.(jornal O Estado de Minas).

Nas décadas de 1970 e 1980 Leida Gabriel Batista começou a se envolver com drogas e chegou a comandar oito pontos de fumo em Belo Horizonte. Sua atuação no crime lhe rendeu o apelido de “Vovó do Pó”. Mas hoje ela não aceita mais ser chamada assim, pois convertida passou a atuar contra o consumo de drogas dando testemunhos em igrejas e fazendo evangelismo em penitenciárias. "Sem dever nada à justiça ela faz questão de deixar claro que só quem pode julgá-la é Deus"
"Do mesmo jeito que veio, o dinheiro fácil do tráfico foi embora. Leida mora hoje em barracão alugado de três cômodos na Favela São José, em Neves. Paga R$ 250 por mês, quase a metade do benefício da aposentadoria especial de um salário mínimo, obtida por ser dependente de remédios controlados. Desde 1974, foi internada cinco vezes para desintoxicação no Galba. Da última vez, em 2001, segundo ela mesma conta, negaram-se a acreditar que Leida havia se convertido e abandonado a vida de traficante. “O médico que me acompanhava brincou comigo: “Meu Deus, agora ela enlouqueceu de vez. A Vovó do Pó virou Vovó de Deus?”, teria dito o doutor. Segundo um delegado aposentado da ex-Divisão de Tóxicos, traficantes antigos, de 15, 20 anos atrás, foram presos ou tiveram seus bens tomados pela Justiça. Ele garante que se lembra da Baiana – morena e bem falante. Ela teria perdido um carro confiscado pela polícia com drogas em seu interior. Leida, porém, admite apenas ter “fritado” (para o crack) o barracão de cinco cômodos deixado como herança pelos pais. Recebe R$ 100 do templo evangélico e descola vez por outra o almoço nas casas das amigas da igreja. ((jornal O Estado de Minas)
Sei de gente que me critica por aí. Questionam que depois de todas as maldades que fiz agora ando com a Bíblia embaixo do braço. Não devo mais nada para a Justiça e quem tem de me julgar é Deus. Só ele pode dizer se passei por essa experiência para que hoje pudesse ajudar a resgatar mais almas.”
O jornal O Estado de Minas (EM) fez uma reportagem especial falando sobre a vida da ex-vovó do pó e de como ela se converteu, isso no ano 2000, falando também de sua participação no Culto dos Resgatados, da Igreja Batista da Lagoinha, onde Leida, hoje com 60 anos, esteve recentemente.
Tinha pavor dos crentes, mas na hora em que mais precisei, só conseguia me lembrar da vizinha dizendo que Jesus tinha um plano para minha vida”, lembra ela que foi evangelizada por Elida Ismael dos Santos, uma vizinha que sentia compaixão pelo estado em que Leia se encontrava.Meus filhos tinham virado as costas para mim, meus netos tinham medo da avó, a Divisão de Tóxicos ameaçava dar uma batida no meu barraco. Eu estava sem saúde, igual a um defunto ambulante, sem ter para onde ir. Naquele dia, pela primeira vez dobrei meus joelhos no banheiro nos fundos da casa e chorei a noite inteira”.
Dois anos depois Leida descia às águas do batismo, mas mesmo assim precisou enfrentar algumas internações e recaídas até que pudesse ficar completamente livre do consumo das drogas.
Hoje, nove anos depois de estar completamente limpa, Leida tem visitado presídios três vezes por semana ministrando palestras de conscientização mostrando que o crime não compensa e que há libertação em Jesus.


NOME VERDADEIRO 


Vovó do Pó, não! Baiana, não! De hoje em diante, exijo ser chamada por meu nome de batismo: Leida Gabriel Batista, a seu dispor”. Com esse apelo emocionado, a mulher encerra seu depoimento na Igreja Batista da Lagoinha. Está dado o recado. Ela agora quer ser só vovó. Quando um filho tinha seis meses e o outro dois anos, Leida partiu para São Paulo, voltando apenas quando os filhos tinham 13 e 12 anos. “O meu mais velho me chama de mãe e o mais novo de Leda. Eles ainda não deixam meus netos sozinhos comigo. De vez em quando, consigo fazer uma comidinha especial ou cortar o cabelo de um deles. Se eu soubesse antes que era tão bom andar assim...”
(Fontes: Jornal O Estado de Minas/Gospel prime Noticias).

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Curiosidades sobre idolatria:


Os motivos de idolatria são os mais curiosos: em uma cidade no Ceará o povo adorava um "santo" sem cabeça. É que construíram o corpo do "santo" lá em cima do morro, mas fizeram a cabeça na parte de baixo do morro. Como a cabeça ficou muito grande e pesada, não conseguiram transportá-la morro acima para colocá-la no corpo. Então, os mais acomodados adoravam a cabeça do santo aqui em baixo, enquanto os mais destemidos subiam o morro, fazendo o sacrifício, para adorar o corpo sem a cabeça. Em Trindade-GO, milhares de fiéis ficam horas em uma fila para a "beijança" - que é um ritual onde as pessoas beijam uma fita dependurada atrás do altar da igreja matriz. Em Carnaúba-RN, os crédulos adoram um galo feito de pedra. Em Santa Brígida-BA, o alvo da adoração e romaria não é sequer um "santo", mas um beato, falecido há alguns anos. Em Divina Pastora-SE, os romeiros caminham 40 quilômetros a pé para adorar a padroeira, beber cachaça e voltar para casa. Em Canindé-CE, os devotos carregam pedras enormes na cabeça. Em Juazeiro do Norte-CE, até chá feito com uma estátua do padre Cícero já tomaram! (A Pátria Para Cristo, Ano LV - Nº 220).

Quando a famosa Torre Eifel foi inaugurada, uma comitiva árabe visitou Paris 
para as celebrações. Encerrada a festa, os árabes foram surpreendidos 
tentando roubar uma torneira do hotel. Eles estavam maravilhados com o aparelho que,
 no ponto de vista deles, era capaz de produzir água. Imagine como seria importante
 uma engenhosidade assim, no meio das areias secas da sua terra desértica!
 Foi necessário explicar para eles que a água vinha de um cano e de uma caixa d'água, 
para desfazer o mal entendido. Deus olha para nós da mesma forma que olhamos
 para estes árabes da história. (Boletim Dominical da IB-Memorial em Teresópolis
, Nº 14 - 27/05/2001).

Qual é a origem da árvore de Natal? Várias lendas européias tentam explicar o motivo
 porque ela é usada como símbolo do Natal. Na verdade essas lendas estão ligadas quase 
sempre ao fato de que algum povo da Europa Central ou da Escandinávia adorava árvores. 
Sacrifícios eram feitos na Escandinávia ao deus Thor, sempre ao pé de alguma árvore
 bem frondosa. A Enciclopédia Barsa diz textualmente: "A árvore de Natal é de origem 
germânica, datando do tempo de S. Bonifácio (cerca de 800 d.C.). Foi adotada para
 substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin (deus germânico, demônio das
 tempestades - observações do autor), adorando-se uma árvore, em homenagem 
ao Deus-menino". Os povos da Escandinávia (região que compreende a Suécia e a Noruega)
 outrora adoravam árvores.

Este mandamento condenatório do culto às imagens (Ex 20.4,5), santos e relíquias 
não aparece no Catecismo ensinado às crianças que se preparam para a Primeira Comunhão.
 E, para completar o número de dez mandamentos, os redatores do referido Catecismo 
desdobram o décimo mandamento em dois, com esta alteração: 
"não cobiçar as coisas alheias". Desse modo, foi feita uma conta de chegar, para completar 
o número de dez mandamentos. (Nilson Dimárzio, em O Jornal Batista, pg 7). 

Quando Pompeu, o grande general romano, tomou Jerusalém no ano 63 A.C., fez questão 
de visitar o templo, de cuja fama já tinha muito ouvido. Entrando no recinto fez questão 
de passar além do véu e penetrar no Santo dos Santos, para escândalo e consternação 
dos judeus que o seguiam. Pompeu esperava encontrar, oculta pelo véu, a imagem do
 Deus dos judeus, o Deus a quem ele atribuía a extraordinária resistência daquele povo 
através dos séculos a tantas guerras e derrotas. Mas nada encontrou no Santo dos Santos.
 Acostumado a ver os deuses dos povos representados por imagens dos mais variados
 tamanhos e aparência, Pompeu ficou maravilhado. Não podia entender um povo 
que não tinha uma imagem sequer e que tinha encontrado no coração humano o santuário
 mais digno para seu Deus. 

Li a respeito de uma mulher que mantinha o seu carro como no dia em que o comprou. 
Um dia a sua garagem incendiou, e os seus vizinhos tiveram que impedi-la de correr
 para o meio das chamas para salvar o seu carro. Ao explodir, ela compreendeu que quase  sacrificou a sua vida pelo carro. Tinha-se tornado um ídolo. E uma forma ainda mais sutil.  de idolatria é a confiança nas atividades da igreja para mantermos uma reputação de espiritualidade. Ou considerem então o homem que acrescenta mais um equipamento eletrônico a uma casa já bem equipada. Se qualquer outra coisa senão YHWH tomar  o primeiro lugar nas nossas vidas, então é um ídolo. - Fonte: www.gospelcom.net

Um ídolo é tudo aquilo que toma o legítimo lugar de YHWH.

10 Frases Sobre Cultivar a Gratidão

Apenas hoje estou reconhecendo a oportunidade em vez do obstáculo. A bondade em vez da apatia, a luz no lugar da escuridão, o amor em ve...