quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Lider Homosexual prega no maior centro teológico luterano da América Latina


Com o patrocínio de evangélicos progressistas, Mott prega contra a Bíblia diante de uma plateia da IECLB  (Julio Severo)

Há determinadas lideranças evangélicas que fogem totalmente do sentindo lógico das coisas. Na verdade são compostas por homens sem o menor temor de D'eus (YHWH).E aí já viu, não é? Os maiores absurdos, pois nunca tiveram realmente uma transformação da palavra de D'eus (YHWH). E com o título acima, Julio severo denuncia esse absurdo. E esta noticia me chamou a atenção. Um senhor por nome de Luiz Mott,professor titular aposentado do departamento de Antropologia da Universidade Federal da Bahia e fundador do Grupo Gay da Bahia, chamada de instituição que trabalha em prol da causa gay no Brasil. foi convidado por lideranças da Igreja Evangélica de Confissão  Luterana no Brasil para dar uma palestra na Escola Superior de Teologia em São Leopoldo. E como não poderia deixar, ele desceu a madeira nos evangélicos dizendo que “nos últimos anos, lideranças de diferentes igrejas evangélicas têm assumido discurso e postura cada vez mais homofóbica, fundando grupos e realizando congressos destinados à ‘cura’ de homossexuais, inclusive contando com o apoio de psicólogos e parlamentares”, discursou Luiz Mott, o maior líder do movimento homossexual do Brasil.
Esse discurso acusatório, que é rotineiro nos grupos gays, foi feito no II Congresso Internacional sobre Epistemologia, Sexualidade e Violência, realizado na Escola Superior de Teologia (EST) em São Leopoldo, de 16 a 18 de agosto. 

Mas Mott não foi o único ativista polêmico a palestrar no grande centro teológico, que pertencente à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). Outra palestrante foi a católica progressista Irmã Ivone Gebara, conhecida defensora da Teologia da Libertação e por suas conexões com grupos abortistas.
Mott não é luterano nem evangélico. Sua participação como palestrante oficial na EST deveu-se aos sentimentos progressistas luteranos que simpatizam com a militância homossexual. A EST é conhecida como um dos maiores ninhos evangélicos progressistas do Brasil.

Teologia gay dentro da EST


Um dos professores da EST é o Rev. André Sidnei Musskopf, autor do livro “Talar Rosa”, que defende a teologia gay. Além disso, a IECLB tem um dos maiores defensores da Teologia da Missão Integral no Brasil: o Rev. Valdir Steuernagel.
A Teologia da Missão Integral é a versão protestante da Teologia da Libertação. Por isso, a EST ficou muito a vontade para convidar Mott e Gebara. (Que absurdo).
Steuernagel foi flagrado num evento evangélico progressista juntamente com o petista radical José Genoíno e o Bispo Robinson Cavalcanti em 2003. O pastor luterano é uma figura importante na EST, cuja abertura para a “teologia gay” é notória.
Outro grande defensor da Teologia da Missão Integral no Brasil é o Rev. Walter Altmann que, na época da infame palestra de Mott na EST, era presidente da IECLB, com plenos poderes para intervir e rejeitar a presença de Mott e Gebara no centro teológico luterano.
Contudo, impedir progressistas de falarem na maior instituição teológica de sua denominação negaria a própria natureza de Altmann, que tem vínculos e influência no Conselho Mundial de Igrejas, uma organização que defende a Teologia da Missão Integral e a Teologia da Libertação. O importante pastor luterano passou as décadas de 1960 e 1970 fazendo viagens questionáveis pelos países atrás da Cortina de Ferro. O financiamento dessas viagens, conforme foi denunciado na mídia americana, vinha de fontes comunistas soviéticas.

Mott ataca “homofobia” evangélica debaixo do nariz dos reverendos da EST

Alguma dúvida desses desvios? A palestra de Mott na EST foi tranquila. Ele se sentiu à vontade para insultar os cristãos não progressistas, dizendo: “Desde sua fundação, o Movimento Homossexual Brasileiro reagiu contra a homofobia religiosa através de manifestações e atos políticos, protestando contra as visitas papais e declarações anti-homossexuais de lideranças católicas e protestantes”. Mott descreveu como ocorre essa reação, mencionando como ativistas gays picharam o muro de uma igreja batista com a frase “Davi amava Jônatas” só porque o pastor da igreja havia pregado contra o pecado homossexual.
Ele também elogiou outros ataques do movimento gay contra os evangélicos, bem debaixo do nariz dos reverendos da IECLB. Só me pergunto se quando ele condenava a “homofobia” evangélica, os reverendos luteranos diziam “amém”? Não sei, mas não dá para duvidar.
Provavelmente, Mott pôde ter aproveitado para deixar claro que a EST nunca entraria na lista negra do movimento homossexual. Afinal, parceiros de luta não se agridem.
No evento luterano, Mott também condenou a Igreja Católica como “homofóbica”. Mas suas palavras foram muito mais elogiosas ao espiritismo e candomblé, que ele classificou como religiões mais acolhedoras das práticas homossexuais.
É um triste sinal de apostasia que esse clamor de “Abaixo à Igreja Cristã! Viva a bruxaria!” tenha sido dado num centro teológico que deveria ter palestrantes para ensinar a Bíblia, não condenar aqueles que a seguem.
Só o fato de terem convidado o maior ativista gay do Brasil já é uma evidência inegável de decadência, apostasia e desprezo a D'eus (YHWH). Declaradamente ou não, os figurões da IECLB estavam de braços dados com o “irmão” Mott, cuja defesa da pedofilia é conhecida.
Esse é o preço que se paga por escutar e promover falsos evangelhos. 
(Fonte: a noticia acima foi postado por Julio Severo)

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