segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Aparecida do Norte- A Santa de Barro



O dia 12 de outubro é caracterizado pela idolatria religiosa que ainda domina boa parte do nosso país.

É comum nesta época do ano observarmos centenas de romeiros caminhando em direção a Aparecida do Norte. Tais pessoas na expectativa de milagres fazem imensos sacrifícios físicos, andando quilômetros a fio, carregando nos ombros cruzes, imagens, objetos e réplicas da basílica.

Ora, as Escrituras Sagradas terminantemente afirmam de que não podemos fazer para nós mesmos imagens esculpidas. (Ex 20; Lv 19.4, Lv 26.1). Deus proibiu ao seu povo a confecção e o culto a estátuas. No entanto, O catolicismo Romano ao longo dos séculos tem ensinado o culto à imagem, inventando assim uma teologia absolutamente contrária à Bíblia. 
(Renato Vargens - Aparecida padroeira do Brasil ou Fonte de idolatria?).


Eu sou Yahweh; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura”. [Isaías 42:8].

O Padre Júlio J. Brustoloni, missionário redentorista, no seu livro História de Nossa Senhora da Conceição Aparecida — A Imagem, o Santuário e as Romarias - p. 115, após achar que a imagem é motivo de contradição para muitos crentes (protestantes, evangélicos, especialmente Pentecostais), diz: “O mais grave não é negar o culto à imagem de Nossa Senhora Aparecida, mas sim não aceitar o papel de Maria no plano de salvação estabelecido por Deus. Eles aceitam que o seu Filho nasceu de uma mulher, Maria, mas não reconhecem o culto devido àquela Mulher que esmagou com sua descendência a cabeça do demônio, e que, por vontade de Deus, foi colocada em nosso caminho de salvação para interceder por nós”.

Com um único versículo da Bíblia, provavelmente muito conhecido pelo padre, sua teoria é desmontada: “A Adonai teu Elohim adorarás, e só a ele servirás” [Mateus 4:10b]. Além do mais, não acreditamos que aquela imagem de barro, intitulada Nossa Senhora da Conceição Aparecida, seja um retrato de Maria, mãe do Senhor Yeshua, o Messias, conforme nos revela a Palavra de Yahweh. São declarações como as do padre Júlio J. Brustoloni, ou o espantoso livro de S. Afonso de Ligório "As Glórias de Maria", que transferem, sem a menor cerimônia, todos os atributos e honras que pertencem exclusivamente ao Senhor Yeshua, para Maria ou a tentativa malabarista da CNBB com o livreto "Com Maria, Rumo ao Novo Milênio" - uma forçosa tentativa de justificar o culto mariano, é que nos faz pronunciar, mostrando um outro caminho, aquele da Bíblia, sem retórica ou esforço, um caminho cândido, sereno e verdadeiro, com todo respeito e amor aos católicos romanos, que todo discípulo de Yeshua deveria ter, apresentando-se firmes no tocante a sã doutrina cf. 2Timóteo 4:1-5.

Trata-se de uma pequena imagem de barro, medindo 39 centímetros e pesando aproximadamente 4,5 kg, sem o manto e a coroa, que foram acrescentados. As Anuas dos Padres Jesuítas de 15 de janeiro de 1750, dizem que, aquela imagem foi moldada em barro, de cor azul escuro; é afamada por causa dos muitos milagres realizados. Dr. Pedro de Oliveira Neto, que estudou a imagem, apresentando o resultado em 13 de abril de 1967, afirma, em contrapartida: “A imagem encontrada pelos pescadores junto ao Porto de ltaguaçu, e que hoje se venera na Basílica Nacional, é de barro cinza claro, como constatei, barro que se vê claramente em recente esfola-dura no cabelo”. A mesma conclusão chegaram os artistas do MASP — Museu de Artes de São Paulo - em 1978, declarando: “Constatamos pelos fragmentos da Imagem em terracota, que ela é da primeira metade do século 18 de artista seguramente paulista, tanto pela cor como pela qualidade do barro empregado e, também, pela própria feitura da escultura. Essa pequena imagem feita de barro representa Maria para o catolicismo romano.

Segundo o Dr. Pedro de Oliveira Neto, a imagem de barro foi feita por um discípulo do Frei Agostinho da Piedade: A Imagem de Nossa Senhora Aparecida é paulista, de arte erudita, feita provavelmente na primeira metade de 1600, por discípulo, mas não pelo próprio mestre, do beneditino Frei Agostinho da Piedade. Os estudiosos, observando o estilo da imagem, concluíram que o autor da imagem foi o Frei Agostinho de Jesus, sendo provavelmente esculpida em 1650, no mosteiro beneditino de Santana de Parnaíba - SP.

A teoria oficial da Igreja Católica Romana.


O catolicismo romano possui duas fontes sobre o achado da imagem, que se encontram no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida (1 Livro do Tombo da Paróquia de Santo Antônio de Guaratinguetá) e no Arquivo Romano da Companhia de Jesus, em Roma (Annuae Litterae Provinciae Brasilíanae, anni 1748 et 1749). A narrativa diz basicamente que, no ano de 1719, os pescadores Domingos Martins García, João Alves e Filipe Pedroso lançavam suas redes no Porto de José Corrêa Leite, prosseguindo até o Porto de ltaguassu. Lançando João Alves a sua rede de rastro neste porto, tirou o corpo da Senhora, sem cabeça. Lançando mais abaixo outra vez a rede, conseguiu trazer a cabeça da mesma Senhora. Não tinham até aquele momento apanhado peixe algum. A partir de então, fizeram uma copiosa pescaria que encheu as canoas de peixes. Após esse milagre, surgiram outros relacionados à imagem.

A Explicação do Dr. Aníbal Pereira dos Reis

Segundo o Dr. Aníbal Pereira dos Reis ex-sacerdote, ordenado em 1949, formado em Teologia e Ciências Jurídicas pela Pontifica Universidade Católica de São Paulo, em seu livro A Senhora Aparecida, Edições Caminho de Damasco Ltda, SP, 1988; trata-se de uma grande armação do padre José Alves Vilela , pároco da matriz local. Segundo suas investigações, foi o padre José Alves Vilela quem colocou a imagem no rio e iniciou planejadamente a divulgação dos supostos milagres, além de estar manipulando todo tempo a imagem e divulgando seus supostos milagres.

O QUE É IDOLATRIA?


Vejamos algumas definições: Ídolo. S.m. 1. Estátua ou simples objeto cultuado como deus ou deusa, 2. Objeto no qual se julga habitar um espírito, e por isso venerado. 3. Fig. Pessoa a quem se tributa respeito ou afeto excessivo. Idólatra. Adj. 2 g. 1. Respeitante à, ou próprio da idolatria. 2. Que adora ídolos. 3. Idolátrico (2). * s. 2 g. 4. Pessoa que adora ídolos; Idolatrar. V t. d. 1. Prestar idolatria (1) a; amar com idolatria (1); adorar, venerar. 2. Amar com idolatria (2), com excesso, cegamente. Int. 3. adorar ídolos; praticar a idolatria (1). Idolatria. SE. 1. Culto prestado a ídolos. 2. Amor ou paixão exagerada, excessiva. Idolatria- 1. Essa palavra vem do grego, eídolon, ídolo, e latreúein, adorar. Esse termo refere-se à adoração ou veneração a ídolos ou imagens, quando usado em seu sentido primário. Porém, em um sentido mais lato, pode indicar veneração ou adoração a qualquer objeto, pessoa, instituição, ambição etc. ..., que tome o lugar de Elohim, ou que lhe diminua a honra que lhe devemos.

O culto à imagem esculpida, deuses de fundição, imagem de escultura, estátua, figura de pedra, imagens sagradas ou ídolos é idolatria e profanam a ordem divina:

. “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás” [Êxodo 20:4-5a]; “Não vos virareis para os ídolos nem vos fareis deuses de fundição. Eu sou Yahweh vosso Elohim” [Levítico 19:4]; “Não fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou Yahweh vosso Elohim” [Levítico 26:1]; “Confundidos sejam todos os que servem imagens de escultura, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dele todos os deuses” [Salmos 97:7]; “Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem. Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam. Israel, confia em Yahweh; ele é o seu auxílio e o seu escudo” [Salmos 115:4-9]; “Os ídolos dos gentios são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; têm olhos, e não vêem, Têm ouvidos, mas não ouvem, nem há respiro algum nas suas bocas. Semelhantes a eles se tornem os que os fazem, e todos os que confiam neles” [Salmos 135:15-18]; “Também a sua terra está cheia de ídolos; inclinam-se perante a obra das suas mãos, diante daquilo que fabricaram os seus dedos. E o povo se abate, e os nobres se humilham; portanto não lhes perdoarás” [Isaías 2:8-9]; “... Ao Senhor teu Elohim adorarás, e só a ele servirás” [Mateus 4:10; Lucas 4:8].

O principal de todos os mandamentos é:

. E Yeshua respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, Adonai nosso Elohim é o único Adonai. Amarás, pois, ao Adonai teu Elohim de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento” [Marcos 12:29-30; Mateus 22:37]; “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Elohim é espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” [João 4:23-24]; “E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria” [Atos 17:16]; 

“Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Elohim? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Elohim. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Yeshua, e pelo espírito do nosso Elohim” [1Coríntios 6:9-11; Efésios 5:5]; “Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar” [1Coríntios 10:7]; “E que consenso tem o templo de Elohim com os ídolos? Porque vós sois o templo do Elohim vivente...” [2Coríntios 6:16]; “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Elohim” [Gálatas 5:19-21]; “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém” [1João 5:21]; “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte” [Apocalipse 21:8]; “Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira” [Ap 22:15].




Elohim proibiu ao seu povo o culto a imagens, estátuas etc. ..., visto que os povos pagãos atribuíam a esses artefatos de barro, madeira ou outro material corruptível, um caráter religioso. Acreditavam, além do mais, que a divindade se fazia presente por meio dessa prática. O Elohim Todo-Poderoso ensinou seu povo a não cultuar imagens. Sua palavra era tão poderosa no coração do seu povo, que, embora muitos homens santos, profetas e sacerdotes, homens exemplares, com todas as virtudes para serem canonizados (os heróis da Bíblia), não foram pretextos para serem adorados ou cultuados, nem fizeram suas imagens e nem lhes prestaram culto. Elohim proibiu seu povo de fabricar imagens de escultura ou de fundir imagens para cultuá-las [Êxodo 20:23; 34:17].

Algumas imagens que Elohim mandou fazer não tinham por objetivo elevar a piedade de Israel e nem serviam de modelo para reflexão ou conduta. Eram apenas símbolos decorativos e representativos. Elohim mandou fazer a Arca da Aliança; mandou fazer figuras de querubins no Tabernáculo e no Templo, entre outros utensílios (1Reis 6:23-29; 1Crônicas 22:8-13; 1Reis 7:23-26), além de outros ornamentos (1Reis 7:23-28). Essas figuras, porém, jamais foram adoradas ou veneradas, ou vistas como objeto de culto. Se os filhos de Israel tivessem adorado, cultuado ou venerado esses objetos, sem dúvida, Elohim mandaria destruí-los. Foi isso o que aconteceu com a serpente de bronze, levantada por Moisés no deserto, quando se tornou objeto de culto cf. 2Reis 18:4.

Quando analisamos esta questão na história da nação de Israel, o povo que recebeu os mandamentos de Elohim e a preocupação dos judeus religiosos em manter-se fiéis, podemos entender que, no Antigo Testamento a adoração ou culto a imagens era absolutamente proibido: “Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto” [Êxodo 20:4b].

Em algumas sinagogas do século III e até hoje encontramos pinturas de heróis da fé em seus vitrais etc. ..., jamais, entretanto, veremos judeus orando, cultuando ou invocando Moisés, Abraão ou Ezequiel. Não encontramos argumento algum que justifique o culto, veneração ou a fabricação de imagens para a adoração no Novo Testamento. A Bíblia mostra que Paulo sofria por ver o povo entregue a idolatria: “E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria” [Atos 17:16]:

• Paulo foi atacado pelos artífices, ourives e comerciantes de imagens: “Porque um certo ourives da prata, por nome Demétrio, que fazia de prata nichos de Diana, dava não pouco lucro aos artífices, Aos quais, havendo-os ajuntado com os oficiais de obras semelhantes, disse: Senhores, vós bem sabeis que deste ofício temos a nossa prosperidade; E bem vedes e ouvis que não só em Éfeso, mas até quase em toda a Ásia, este Paulo tem convencido e afastado uma grande multidão, dizendo que não são deuses os que se fazem com as mãos. E não somente há o perigo de que a nossa profissão caia em descrédito, mas também de que o próprio templo da grande deusa Diana seja estimado em nada, vindo a ser destruída a majestade daquela que toda a Ásia e o mundo veneram. E, ouvindo-o, encheram-se de ira, e clamaram, dizendo: Grande é a Diana dos efésios” [Atos 19:24-28].

O culto aos santos só começou a partir de cem anos, aproximadamente, depois da morte de Yeshua, com uma tímida veneração aos mártires. A primeira oração dirigida expressamente à Mãe de Elohim é a invocação Subtuum praesidium, formulada no fim do século III ou mais provavelmente no início do IV. Não podemos dizer que a veneração dos santos — e muito menos a da Mãe do Messias — faça parte do patrimônio original. Se o culto aos santos e a Maria fosse correto, João, que escreveu o último evangelho, aproximadamente no ano 100 d.C. , certamente falaria sobre o assunto e incentivaria tal prática. Ele, porém, nos adverte: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” [1João 5:21]. 



A Igreja Católica Romana apresenta basicamente duas fontes para justificar o culto às imagens: a tradição e as opiniões de seus líderes. Em resumo: opinião dos homens. Citam a Bíblia quando existe alguma possibilidade de apoio às suas doutrinas. Esquecem o ensino do famoso clérigo católico romano, Padre Vieira: “As palavras de Deus pregadas no sentido em que Deus as disse, são palavras de Deus; mas pregadas no sentido em que nos queremos, não são palavras de Deus, antes podem ser palavras do demônio. A Palavra de Deus condena o culto às imagens”.

Os argumentos do catolicismo romano a favor do culto às imagens fazem-nos lembrar de um rei na Bíblia, chamado Saul, que quis agradar a Elohim com sua opinião, mesmo contrariando frontalmente a Palavra de Yahweh cf. 1Samuel 15:1-23. O catolicismo romano, de modo semelhante, contrariando a Bíblia, entende que a imagem é o livro daqueles que não sabem ler. O rei Saul, achava que oferecer sacrifícios era melhor, mais lógico, mais correto, mais racional. Acreditava que estava prestando um grande serviço a Elohim cf. 1Samuel 15:20-21. Elohim, no entanto, o reprovou, dizendo: “Tem porventura Yahweh tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra de Yahweh? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros” [1Samuel 15:22].

Elohim proíbe terminantemente o culto a ídolos e imagens (Êxodo 20:1-6; Levítico 26:1; Números 33:52; Deuteronômio 27:15; 2Reis 21:11; Salmos 115:3-9; 135:15-18; Isaías 2:18; 41:29; Ezequiel 8:9-12; Mateus 4:11; Atos 15:20; 21:25; 2Coríntios 6:16).


O catolicismo romano ensina o culto à imagem inventando uma teoria, contrária à Bíblia e insiste em dizer que está fazendo isso para ajudar a obra de Elohim. Ainda que Saul pensasse estar prestando um serviço a Elohim, como fazem aqueles que prestam culto à imagem da Conceição Aparecida, seu ato foi uma desobediência à Palavra de Yahweh, e isso é considerado rebelião cf. 1Samuel 15:21-26. A Bíblia diz: “Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniqüidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra de Yahweh, ele também te rejeitou.....” [1Samuel 15:23].

Prezado leitor, o culto às imagens será sempre uma abominação a Elohim. E a marca e a continuidade do paganismo. O caminho é a fé exclusiva na obra do Senhor Yeshua (João 3:16; Romanos 5:8; Efésios 2:8-9; 1Timóteo 2:5; Tito 2:11). E adoração exclusiva a Yahweh: “... A Adonai teu Elohim adorarás, e só a ele servirás” [Mateus 4:10; Lucas 4:8]; “E Yeshua respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, Adonai nosso Elohim é o único Adonai. Amarás, pois, ao Adonai teu Elohim de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento” [Marcos 12:29-30; Mateus 22:37]; “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Elohim é espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” [João 4:23-24].

Qual é a Diferença?


Adoração e Veneração. Há diferença entre adorar e prestar culto? Se prostrar-se diante de um ser, dirigir-lhe orações e ações de graça, lhe fizer pedidos, cantar-lhe hinos de louvor não for adoração, fica difícil saber o que o catolicismo romano entende por adoração. Chamar isso de veneração é subestimar a inteligência humana.
Culto aos santos. Analisando essas práticas católicas à luz da Bíblia e da história, fica claro que são práticas pagãs. O papa Bonifácio IV, em 610, celebrou pela primeira vez a festa a todos os santos e substituiu o panteão romano (templo pagão dedicado a todos os deuses) por um templo cristão para que as relíquias dos santos fossem ali colocadas, inclusive Maria. Dessa forma o culto aos santos e a Maria substituiu o culto aos deuses e as deusas do paganismo.

Maria é deusa para os católicos? Os católicos manifestam um sentimento de profunda tristeza quando afirmamos que Maria é reconhecida como deusa no catolicismo. Dizem que não estamos sendo honestos com essa declaração, mas os fatos falam por si mesmos. O livro Glórias de Maria, publicado em mais de 80 línguas, da autoria de Afonso Maria de Ligório, canonizado pelo Papa, atribui à Maria toda a honra e toda a glória que a Bíblia confere ao Senhor Yeshua, o Messias. Chama Maria de onipotente, além de mencionar outros atributos divinos: “Sois onipotente, á Maria, visto que vosso Filho quer vos honrar, fazendo sem demora tudo quanto vós quereis. Os pecadores só por intercessão de Maria obtém o perdão..., Ó mãe de Deus vossa proteção traz a imortalidade; vossa intercessão, a vida. Em vós, Senhora, tendo colocado toda a minha esperança e de vós espero minha salvação, . . . Maria é toda a esperança de nossa salvação, acolhei-nos sob a vossa proteção se salvos nos quereis ver; pois só por vosso intermédio esperamos a salvação”.

Pedro recusou ser adorado por Cornélio (Atos 10:25-26).

 A Bíblia condena terminantemente o uso de imagem de escultura como meio de cultuar a Elohim. (Êxodo 20:4-5; Deuteronômio 5:8-9). O culto aos santos e a adoração à Maria, à luz da Bíblia, não apresentam o catolicismo romano como o caminho ensinado por Yeshua, mas como idolatria (1Jo 5.21). 

 (Resumo de um artigo foi postado por presb. Sérgio).

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Polêmica: Universidade cristã proíbe mulheres de falar em público em reuniões e cultos, exceto se acompanhada de seus maridos




Uma decisão polêmica de uma universidade cristã no Reino Unido, a respeito da liberdade de expressão de mulheres, ganhou as manchetes da mídia em todo o mundo.
A Universidade União Cristã de Bristol enviou comunicado aos membros da instituição banindo o direito de mulheres discursarem nas reuniões e cultos, exceto quando acompanhadas de seus maridos.
A decisão, segundo o Telegraph, se deu por questionamentos de evangélicos tradicionais, que argumentaram usando exemplos bíblicos para solicitar a proibição.
O presidente da universidade, Matt Oliver, afirmou que entende não haver problemas para que mulheres possam discursar ou palestrar, desde que estejam acompanhadas de seus maridos, para evitar que haja questionamentos por parte dos setores mais tradicionais da entidade.
Segundo Oliver, “a Universidade não tem uma posição formal a respeito da condição de mulheres pregarem ou palestrarem nas igrejas”, e que por isso, apenas inseriu um novo procedimento: “Nós respeitamos nossos membros que possuem fortes convicções bíblicas nesta área e procuramos encontrar a maneira mais prática de expressar essa inclusão”, afirmou.
A decisão foi criticada pela Sociedade Feminista da universidade, e interpretada como “extremamente discriminatória e machista”.
-Eles estão sugerindo que as mulheres têm mais valor como oradoras se estiverem acompanhadas de seus maridos, assumindo que todas as mulheres estão interessadas em ter um marido. Nós esperamos que as mulheres tenham igualdade de oportunidades para falar em todas as ocasiões, seja sozinha ou não. Grupos religiosos não devem ser imunes a pergunta sou críticas com relação à igualdade de gênero”, enfatizou o comunicado da Sociedade Feminista.
O presidente da universidade afirmou que “em particular, estamos certos que nossa Política de Igualdade está devidamente respeitada em todos os casos”, de acordo com informações doHuffington Post.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Movimento arrecada alimento e água potável para famílias expostas à seca



O Movimento Estudantil Alfa e Ômega é formado por um grupo de estudantes universitários cristãos cearenses, e está realizando a Semana de Solidariedade nos campi da UFC, UECE, UNIFOR e IFCE.
Com o objetivo de ajudar instituições que trabalham com dependentes químicos e com famílias vítimas da seca no interior do estado, a campanha é chamada de SSOME+.
O alvo da campanha é a arrecadação de alimentos e água potável para fornecer ás famílias do semiárido cearense.
De acordo com Renato Silva, um dos participantes do projeto, a ação social é organizada e conta com apoio das esferas de governo: “Contamos com autorização dessas universidades e fizemos parceria com a Defesa Civil e com o Corpo de Bombeiros. Mas não nos limitamos apenas ao ambiente acadêmico, pretendemos estender a campanha para toda cidade”.
Segundo Silva, “o Ceará enfrenta a pior seca desde 1950; 168 municípios decretaram estado de emergência e muitas vidas têm sofrido com a dependência das drogas. Acreditamos que o papel da Universidade é bem mais que um espaço de formação profissional, produção de conhecimento e sua disseminação. Ela possui a função de desenvolvimento do bem-estar físico, social e espiritual, viabilizando a relação transformadora entre Universidade e sociedade”.
A campanha SSOME+ direcionará os donativos arrecadados para as entidades responsáveis por gerir situações de emergência, como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Casa de Recuperação Casa do Oleiro, que é uma instituição sem fins lucrativos, dedicada à reabilitação de dependentes químicos.
Segundo Renato Silva, até o dia 07/12, estão sendo recebidas doações no Centro de Humanidades da UECE e no IFCE; e nos dias 10 a 14/12, na UFC (Campi Benfica, Pici e Porangabussu).

 Breve Histórico



O Movimento Estudantil Alfa e Ômega surgiu em 1951 na Universidade da Califórnia, fundada por Bill e Vonette Bright. Hoje está presente em mais de 190 países. No Brasil está presente desde 1970, na maior parte dos estados da federação. Em Fortaleza está presente há 17 anos nos campi de Fortaleza (Benfica, Picí e Porangabussú) e Sobral, da Universidade Federal do Ceará; nos campi do Itaperí e Centro de Humanidades da Universidade Estadual do Ceará; na Universidade de Fortaleza; no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará e em outras faculdades do estado.
O Movimento Estudantil Alfa e Ômega constituído por estudantes de diversos cursos e diversas Instituições de Ensino Superior promovem atividades que sejam culturalmente e socialmente relevantes para a comunidade acadêmica e para a sociedade, como recentemente a Calourada Pela Paz que já caminha para sua quarta edição. É possível transformar a sociedade. Os futuros líderes dela estão na Universidade. Acreditamos que essa transformação começa também com os universitários de hoje.
Para saber mais sobre a atual campanha SSOME+, ou até para descobrir meios seguros de colaborar com a iniciativa, entre em contato com Renato Silva, através do número (85) 8783 – 7549.
(Fonte: Tiago Chagas, Gospel+)

A Igreja Universal é condenada pela justiça: coagindo fiéis a fazer doações!



A igreja Universal do Reino de Deus sempre está em evidência. Esta semana ela foi notícia. Pois bem a 9ª Câmara Cível do TJRS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul)  condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a pagar indenização de R$ 20 mil por ter coagido dois fiéis a doarem parte de seus bens em troca de bênçãos.
A ação contra a igreja foi ajuizada por uma mulher e seu companheiro, na Comarca de Lajeado. Na ação o casal afirma ter sido enganado e iludido, segundo informação do site Última Instância.
A mulher conta que o casal vinha passando por problemas financeiros, o que a levou a procurar a Igreja Universal. Ela declara ainda que, ao final de cada culto, os pastores recolhiam certa quantia em dinheiro e afirmavam que, quanto mais dinheiro fosse doado, mais Jesus daria em troca.
O casal pede indenização por danos morais e materiais, e afirma que “em função da promessa de soluções de seus problemas, realizou diversas doações: vendeu o veículo que possuía, entregou joias, eletrodomésticos, aparelho celular e uma impressora”.
A Juíza Carmen Luiza Rosa Constante Barghouti condenou, em primeira instância, que a igreja deve restituir os celulares e fax, dois aparelhos de ar-condicionado e uma impressora, e também determinou o pagamento de indenização por dano moral em R$ 20 mil.
Em sua decisão a juíza afirmou que a instigação maior ao ato de doar é realizada nos dias da Fogueira Santa, ocasião em que os fieis são desafiados a realizarem grandes doações. Para ela, apesar do consentimento externado pela doação, ele é deturpado pela coação moral e psicológica exercida pela Igreja.
A Igreja recorreu da sentença, alegando que não constrange seus fieis a entregar dízimos ou doações, mas a decisão judicial foi mantida.
Por Dan Martins, para o Gospel+

A função da Congregação



 Qual foi o seu propósito ao formá-la? Isso é de muita importância para os convertidos que fazem parte desse corpo tão especial.

Pode ser que muitos vejam nas congregações locais somente o propósito da salvação, ou seja, o ato da misericórdia de Elohim em resgatar o pecador de seu estado deplorável, para dar-lhe a graça do perdão e da vida. A congregação local é o conjunto formado por aqueles que pela graça divina alcançarão a salvação se perseverarem até o fim. Para esses há bênçãos, há promessas, vida eterna... Mas... é esse o único propósito do Todo Poderoso com a formação das congregações locais? Tem querido Elohim salvar o homem somente pelo ato de salvá-lo?

A glorificação a Elohim. Função Específica do homem

O propósito de Elohim para com o homem, primeiro na criação, e depois quando este caiu no pecado e Elohim o quis resgatar foi que Ele se propôs criar uma estirpe santa, foi para que esse ser formado a Sua imagem e semelhança lhe dê glória e honra, sendo o homem o único ente desta criação com capacidades para fazê-lo.

O resgate da raça humana

Por amor ao homem, por esse ser formado a sua imagem e semelhança, Elohim enviou o Messias ao mundo; por amor a àquela estirpe que foi criada para dar honra e glória a Elohim, seu Criador; mas que com seu erro havia falhado ao propósito divino. O amor de Elohim é tão grande que se manifestou nessa ação sublime: a entrega do filho unigênito para a salvação do homem pecador (Romanos 5:8; 1João 4:9, 10). Ao pagar o preço do pecado com o sacrifício de Seu primeiro filho (na nova criação), Elohim comprou para Si um povo, sua congregação, a quem tem santificado para que cumpra com esse propósito sublime original: dar glória e honra ao seu Criador e Soberano (1Pedro 1:18-20; 2:9,10, Tito 2:14; Apocalipse 5:9).

A glorificação a Elohim através do louvor


É uma realidade que o homem não tem querido obter o conhecimento de Elohim (Romanos 1:28) e assim tem se apartado voluntariamente Dele, o tem tirado de sua vida, em lugar de dar glória a Elohim tem honrado as criaturas, ao próprio homem e as imagens de escultura (Romanos 1:24). Porém Elohim em Seu grande amor quer restaurar ao homem a posição que tinha diante Dele quando foi criado. Através do plano da salvação, pela fé no sacrifício do unigênito de Elohim [o Messias da tribo de Judá], agora o homem pode voltar-se ao Elohim verdadeiro, ao Todo Poderoso. Agora pode dar-lhe glória como é a vontade divina. Para isso o homem é justificado gratuitamente pelo sangue de Yeshua, o Messias (Romanos 3:24,25), e assim torna-se restaurado, reconciliado com Elohim para poder cumprir com esse objetivo divino (2Coríntios 5:10,18,19).

O apóstolo Paulo ao falar do plano divino da salvação disse que Elohim nos tem conhecido desde antes da fundação do mundo, por amor, nos escolheu para que fôssemos adotados como filhos (Efésios 1:3-5). Com isso nos dá um lugar entre seus escolhidos, entre os príncipes de seu povo, a congregação do Eterno (Efésios 3:14,15; Salmo 113:5-8). Porém essa adoção tem um propósito que a palavra de Elohim nos apresenta claramente: O louvor à glória da graça divina (Efésios 1,6,11,12). Em outras partes de seus escritos, o mesmo apóstolo fala da necessidade e dever dos convertidos de “louvar a Elohim com salmos, cânticos, com canções espirituais através de Yeshua, o Messias”. (Colossenses 3:16; Efésios 5:19,20, Hebreus 13:15).

Para isso também se faz necessário que a congregação local congregue de forma regular, como a congregação do princípio o fez, assim podendo realizar esta função que Elohim tem querido dar-lhe (Hebreus 10:25; Salmo 133; Atos 2:41-47). Elohim espera o louvor em grupo, de cada congregação local, de Seus remidos e também lhe agrada o louvor pessoal, de cada um deles.

Um sacrifício vivo, agradável a Elohim

Mas a glorificação de Elohim não se realiza unicamente por meio do louvor, de cânticos e de reuniões frequentes. Elohim espera que seus escolhidos o glorifiquem também de outras maneiras, as quais Ele tem estabelecido em sua palavra. O convertido sabe que se reunir para louvar não é o todo do discípulo; o louvor é apenas uma parte de sua função como remido de Elohim. Na carta do apóstolo Paulo aos Romanos ele pede aos convertidos o oferecimento de um sacrifício vivo (Romanos 12:1). Nesse pedido Paulo faz alusão ao culto que Israel oferecia no templo. Ali se sacrificavam animais os quais serviam como oferenda a Elohim (Hebreus 9:9). Agora Paulo nos disse que os sacrifícios que o convertido há de oferecer já não são de animais apresentados sobre aquele altar, mas sim sacrifícios vivos. E estes são o oferecimento da pessoa mesmo. O oferecimento de seu ser e de toda sua vida à obediência total aos preceitos/leis/e vontades de Yahweh, este é o sacrifício agradável e perfeito que Elohim espera.

A vida de entrega, a obediência aos mandamentos/leis e vontades da palavra de Elohim, a vida de fé no Todo Poderoso e em seu Messias o nosso Senhor Yeshua; a reverência e o temor a Elohim, o reconhecimento e comunhão íntima com Ele, também são parte da glorificação que Elohim espera dos redimidos de Suas congregações.

As boas obras

O apóstolo Paulo, como também nosso Senhor Yeshua, o Messias, falam também das boas obras como oferendas que agradam a Elohim e que Ele espera de cada um daqueles que têm adotado como filhos (Hebreus 13:16).

Que relação tem as boas obras com a glorificação de Elohim?

Sabemos que o homem tornou-se egoísta. Essa característica faz parte da natureza humana. O egoísmo não permite que o homem dê a mão a quem necessite, quando o humano comum ajuda a alguém o faz com um interesse mesquinho em seu coração. Só quando Elohim intervém na vida do homem, e a transforma, este é capaz de ajudar ao necessitado sem interesses particulares. Quando o convertido adquire esta característica está dando testemunho da obra de Elohim em sua vida, com isso engrandece e glorifica a seu Elohim e ao seu Redentor.

As escrituras também nos falam que a obediência a Elohim inclui a sujeição dos convertidos às autoridades que Ele tem posto dentro de Seu povo, as pessoas que lideram e dirigem a congregação (Hebreus 13:17). Fala também do respeito e da sujeição às autoridades civis, aquelas que governam nos países onde Seus filhos habitam (Romanos 13:1,2; 1Pedro 2:13-15). Esta disciplina é parte da boa conduta que os convertidos tem de observar para que com isso o nome de Elohim seja glorificado. O Senhor Yeshua disse a seus discípulos: “Vós sois a luz do mundo” [Mateus 5:14]. E em seguida lhes disse: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. [Mateus 5:16; confira 1Pedro 2:11,12]

O testemunho de Yeshua, o Messias

O testemunho de Yeshua é um sinal de distinção ou de identificação do povo dos santos. Os santos são aqueles que guardam... “o testemunho de Yeshua, o Messias...” (Apocalipse 12:17). Analisemos o que vem a ser o testemunho de Yeshua. A Israel de Yahweh é uma nação santa, um povo escolhido (1Pedro 2:9). Cada um dos escolhidos, como parte do povo santo, tem sido adquirido para um propósito: anunciar as virtudes de quem o tem chamando das trevas para a luz. Isto nos assinalou Pedro, nos ordenou o Messias, quando disse a seus discípulos: “Mas recebereis a virtude do espírito santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra”. [Atos 1:8].

Dar testemunho da verdade também foi a forma que o Senhor Yeshua glorificou a Elohim quando viveu na terra. Ele disse em sua oração: “Eu glorifiquei-te na terra”. [João 17:4]. De que maneira o havia feito? Isto não quer dizer que o Senhor corria constantemente ao templo para cantar com a congregação. A seguinte parte do versículo diz: “tendo consumado a obra que me deste a fazer”. Mais a frente ele diz: “Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste” [João 17: 6]. Dar testemunho de Yeshua, do plano divino da salvação, fazer conhecer aos homens “o Noé de Elohim”, Seu poder, Sua grandeza, Seu amor, Sua misericórdia, Sua salvação..., isso é o testemunho. As verdadeiras congregações locais têm guardado esse testemunho através dos tempos. Não quero dizer que o há mantido oculto, mas que têm conservado esse mandamento de Yeshua, e até hoje, seguem dando o testemunho de Yeshua diante de todo o mundo para a salvação do homem pecador.

Esta é outra maneira de glorificar a Elohim, além de louvar e das boas obras diante dos homens, o convertido está comprometido com Elohim a dar testemunho da salvação perante o mundo.

A glorificação a Elohim há de dar cada um dos convertidos, de forma individual com o seu culto racional, aonde seja que este se encontre é o seu culto pessoal. Por meio de suas boas obras, da obediência aos mandamentos e Leis de Elohim e também pelo testemunho falado que deve ser dado a todas as pessoas. Cada um dos redimidos é responsável pelo cumprimento deste dever para com Elohim.

A congregação local como grupo de convertidos há de glorificar também através do louvor e do testemunho que em serviço aberto e público oferece continuamente em suas reuniões, assim como por meio do trabalho espiritual que realiza para o bem daqueles que o rodeiam. O testemunho pessoal assim como o coletivo dos convertidos é uma glorificação constante a Elohim que não pode faltar, assim como não falta o louvor dos seres celestiais ao redor do trono do Eterno (Apocalipse 4:8).

O verdadeiro convertido não pode conformar-se apenas em assistir regularmente as reuniões e entoar os louvores ao Todo Poderoso Elohim. Existem “cristãos” que esperam agradar ao seu deus somente frequentando o local de reuniões alguns minutos por semana, ou ao mês ou ao ano. Porém isso não é o suficiente de acordo com os objetivos divinos.

Outros creem que fazendo donativos para os necessitados já estão cumprindo com Elohim. Dão esmolas aos que as pedem de casa em casa, fazem doações à instituições beneficentes e oferecem um sorriso a todos à sua volta, esperando agradar a Elohim com essas ações. Se isto é feito de coração é uma parte daquilo que Elohim espera de Seus filhos, mas não é tudo. A glorificação a Elohim é a obediência aos Seus Mandamentos e Leis, é congregar-se regularmente, é participar do louvor, é ajudar ao irmão necessitado, e é também dar um testemunho verdadeiro e constante do que Ele tem feito em sua vida por intermédio de Yeshua, o Messias, um testemunho com suas boas obras e um testemunho com suas palavras.

Isto é o que o apóstolo Pedro nos disse em sua carta: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” [1Pedro 2:9]. Para isso formou Elohim a sua congregação, para isso quis resgatar o homem do pecado em que se havia perdido.


A existência das congregações locais garantem essa glorificação permanente


Com a existência das congregações locais se garante que Elohim esteja recebendo continuamente a glorificação que dos humanos Ele merece. Para isso o Senhor Yeshua ao reformular a congregação nos mostra que ele mesmo estaria como a pedra principal da construção, para garantir que “as portas do inferno(sepultura/morte) não prevalecerão contra ela” [Mateus 16:18]. Dessa maneira a congregação continuara ininterruptamente. Ele ia morrer, porém ressuscitaria e permaneceria como a cabeça, o princípio, desse povo santo [a nova criação da qual ele é o primeiro] que glorifica a Elohim e Pai por meio de Yeshua, o Messias (Efésios 5:20; 1Pedro 2:5).

Na nova aliança se chama Hades (inferno) ao sepulcro, o lugar dos mortos. Adonai não estava pondo como base de sua congregação a nenhum humano, que morre, vai ao sepulcro e fica ali (Gênesis 5:19,20). O fundamento desse povo de redimidos, a Israel de Yahweh, é o próprio Senhor Yeshua, que apesar de ter sido um homem que iria morrer e morreu, o hades (inferno), o sepulcro não o poderia reter: Ele ia ressuscitar vitorioso (Lucas 24: 26). Sua ressurreição assegura não somente a ressurreição de seus seguidores (1Coríntios 15:20-22), mas também a permanência das congregações locais sobre a terra. Porque também os testemunhos seguiriam sendo dados até o último ser humano na terra e até o regresso do Messias (Atos 1:8; Mateus 24:14; Apocalipse 10:11). Dessa maneira as congregações seguiriam mantendo-se em pé, pois são sustentadas por essa rocha indestrutível que é o Messias de Elohim. E se a Israel de Yahweh, a mesma que foi restabelecida por Yeshua, o Messias permanece até hoje, se pode assegurar que a glorificação da graça de Elohim não há faltado em nenhum tempo, porque a Israel de Yahweh está presente sobre a terra.

Apesar das heresias e apostasias que o inimigo tem produzido através dos tempos. Apesar de todas as mudanças que a sociedade humana tem experimentado. Apesar de todas as dificuldades, o povo dos escolhidos de Elohim segue glorificando a seu Elohim, segue existindo para o louvor da glória e da graça de Yahweh.

Glória seja ao Elohim Todo Poderoso! Exaltado seja Yeshua, o Messias! Que pela graça divina temos sido resgatados do pecado para que em Sua luz divina O glorifiquemos continuamente. Bendito seja nosso Adonai! Bendito seja o Elohim do Céu.
Presb. Sérgio

O pecado da letra maiúscula- Traduções tendenciosas




No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. João 1:1. Todas as coisas foram feitas por ela [a palavra], não “por Ele”.

Assim as versões em Inglês e português não teriam pressa para concluir, como faz a King James Version de 1611 (influenciada pela versão católica romana Reims, 1582 ) e seus seguidores, que a palavra era uma pessoa, o Filho, antes do nascimento de Jesus. Se todas as coisas foram feitas por meio da “palavra”, com um “it” na versão em inglês, um significado bem diferente emerge. A palavra “não seria uma segunda pessoa existente ao lado de Deus, o Pai da eternidade”. O resultado é este: um dos principais alicerces dos sistemas tradicionais sobre os membros da Divindade seria removido. Há mais a ser dito sobre essa frase inocente: No princípio era o Verbo. Não há qualquer justificação no original grego para a colocação de uma letra "V" (maiúscula) em “verbo” e, portanto, convidando os leitores a pensar que se trata de uma pessoa. Isso é uma interpretação imposta sobre o texto, acrescentada ao que João escreveu. Obviamente há ecos de Gênesis 1:1 e versículos seguintes aqui: “No princípio, Deus criou os céus e a terra... e Deus disse: [usando a sua palavra]”, “Haja luz”. Deus disse: significa que Deus pronunciou a Sua palavra, o meio de Sua atividade criadora, Sua dicção poderosa. Os Salmos 33:6 fornecem um comentário sobre o Gênesis: “Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus”. E assim, em João 1:1 Deus manifestou sua intenção, a sua palavra, sua auto-expressão, revelando a criação.

NO PRINCIPIO ERA A PALAVRA E A PALAVRA ESTAVA COM DEUS E DEUS ERA A PALAVRA.

Note o leitor que  nas traduções comuns há uma distorção, o texto originalmente fala DEUS ERA A PALAVRA e não A PALAVRA ERA DEUS.  Na frase em latim de João 1:1 - DEUS ERAT VERBUM, DEUS está no nominativo, logo Deus é o sujeito da oração.  Quando dizemos DEUS ERA A PALAVRA, Deus é o sujeito da frase, mas quando dizemos A PALAVRA ERA DEUS, tornamos A PALAVRA o sujeito da frase e lhe damos um atributo - SER DEUS - o que não está no original grego nem latim. Se formos ao livro do Gênesis vamos ver que todas as coisas foram criadas através da palavra de Deus ; por exemplo:- Disse Deus, haja luz e houve luz. Se admitir que o verbo era Deus, como está na maioria das traduções, então temos dois deuses, porque mesmo a doutrina da trindade admite que são pessoas distintas. Sendo assim, se o VERBO ESTAVA COM DEUS E ERA DEUS - SEGUE-SE QUE SÃO 2 DEUSES E NÃO 1. (QUEBRA DO MONOTEÍSMO BÍBLICO).

Mesmo que alguns tradutores, como os da Torre de Vigia (Testemunhas de Jeová) TEIMEM em colocar o artigo indefinido - UM - entre colchetes antes da palavra THEÓS (E A PALAVRA ERA [UM] DEUS), admitem que na construção em grego não existe tal "artigo indefinido antes de THÉOS", mas cometem o mesmo erro da maioria das traduções - invertem o sentido da frase na tradução, alterando portanto seu significado e atribuindo ao LOGOS uma pessoalidade, não uma característica. O LOGOS DE JOÃO no Novo Testamento tem as mesmas características do DAVAR do Antigo Testamento, possui uma dimensão que comunica um pensamento, uma intenção, ou seja  A PALAVRA QUE CRIA E GUIA A HISTÓRIA. (Veja Isaías 55:10,11).

Esta leitura da passagem de João em nossas traduções fornece suporte vital para a doutrina tradicional da Trindade, em partes iguais pelo Pai e o Filho desde a eternidade.  Parafraseando, as versões às vezes vão muito além do original em grego. As versões contemporâneas interpretam João para dizer que dois seres estavam presentes no início. Sem dúvida, de acordo com essa tradução, a palavra seria equivalente a um eterno Filho.  Seria certamente entendido neste sentido por aqueles educados nos concílios pós-bíblicos.

Mas por que os leitores pulam de "palavra" para "filho"?  O texto simplesmente diz: "No princípio era a palavra", não "No princípio era o Filho". A substituição de "Filho" para "palavra", que para milhões de leitores parece ser um reflexo automático, teve dramáticas conseqüências.  Ela tem exercido uma poderosa, mesmo hipnotizante influência sobre os leitores da Bíblia. João escreveu: "No princípio era a palavra". Ele não disse: "No princípio era o Filho de Deus". Não há, de fato, nenhuma menção direta ao Filho de Deus, até chegarmos ao versículo 14, onde "a palavra se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, a glória do Filho único, cheio de graça e de verdade." Antes do versículo 14 estamos no mesmo âmbito como falaram os pré-cristãos sobre a sabedoria: estamos tratando com PERSONIFICAÇÕES em lugar de pessoas, AÇÕES PERSONIFICADAS DE DEUS em lugar de um Ser Divino individual como tal. O ponto está obscurecido pelo fato de que temos que traduzir LOGOS como ELE (verbo) através do texto. Porém se traduzirmos LOGOS como "MANIFESTAÇÃO OU EXPRESSÃO DE DEUS" se fará mais evidente que o texto não tem a intenção de que se pense no LOGOS dos versos 1 a 13 como um ser divino pessoal.

A ambigüidade no grego (DI AUTOU), "por ela" ou "por ele" de João 1:3 permite uma palavra "impessoal" antes de Jesus nascer. A ambigüidade surge quando algo que está sendo dito admite mais de um sentido, comprometendo a compreensão do conteúdo. Isso pode suscitar dúvidas no leitor e levá-lo a conclusões equivocadas na interpretação do texto. A impessoalidade da palavra está sugerida pelo próprio comentário sobre João 1:1 em 1 João 1:2. A "vida eterna" impessoal que estava com O PAI (PROS TON THEON), isto é, a promessa da vida eterna que seria provida por Cristo. Pedro parece fazer eco da mesma idéia quando descreve Jesus como o Cordeiro de Deus que foi "predestinado antes da fundação do mundo, porém manifestado nestes últimos dias" (1 Pedro 1:20).

Uns versículos antes, ele usa o mesmo conceito de predestinação ao falar do plano de Deus para chamar os cristãos à salvação (1Pedro. 1: 2). A aplicação deste conceito a Jesus no verso 20 indica uma "preexistência ideal" nos eternos conselhos de Deus e não uma existência real em outra dimensão antes de seu nascimento como ser humano. Um paralelo interessante ocorre no livro do Apocalipse, onde todas as coisas "são e foram criadas" (Apocalipse 4:11). Esta frase sugere que todas as coisas que são, existiram primeiro na vontade eterna de Deus e por essa vontade vieram à sua real existência no seu devido tempo.

O SIGNIFICADO DE "PALAVRA"

PALAVRA (Gr. logos) - (1) A expressão do pensamento; não o mero nome de um objeto: (a) encarnando uma concepção ou idéia (por exemplo, em Lucas 7:7; 1Coríntios 14:9,19); (b) Um dito ou afirmação. (c) Discurso, prática, dito de instrução. (DICIONÁRIO EXPOSITIVO DE VINE).

PALAVRA (Gr. Logos) - Do ato de falar. Palavra proferida a viva voz que expressa uma concepção ou idéia. O que alguém disse. Discurso, doutrina, ensino. (LÉXICO GREGO DE STRONG).

PALAVRA (Heb. Davar) - Ocorre cerca de 1455 vezes. Em contextos jurídicos, significa disputa (Êxodo 18:16, 19; 24:14), acusação, sentença, a alegação, transferência e disposição... [caso contrário o pedido], decreto, a conversa, o relatório, o texto de uma carta, letra de uma canção, promessa, anais de eventos, mandamento, plano (Gênesis 41:37; 2Samuel 17:14, 2Cronicas 10:4; Ester 2:2; Salmos 64:5, 6; Isaías 8:10), a língua ... Daniel 9:25: decreto de um rei; [também:] coisa, assunto ou evento.

OBS.: PESSOA LITERAL NÃO É ENCONTRADA EM NENHUMA DAS DEFINIÇÕES ACIMA PARA LOGOS

(Marcelo Alexandre do Valle - www.igrejadedeusemsaopaulo.org.br )


sábado, 1 de dezembro de 2012

O Náufrago e a Ilha.



Certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve  que fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homem  o conservava em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção.

Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos: "Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo?

O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. “Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?”Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo: "Vamos rapaz?”Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo: "Vamos rapaz, nós viemos te buscar." "Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?" "Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro.  O “capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante.”

Lembrem-se: Se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.

(Fote: Mensagem do Dia- Blog Igreja Pentecostal Assembleia de Deus Ministério  Jerusalém) 

10 Frases Sobre Cultivar a Gratidão

Apenas hoje estou reconhecendo a oportunidade em vez do obstáculo. A bondade em vez da apatia, a luz no lugar da escuridão, o amor em ve...