quinta-feira, 9 de abril de 2015

Programa da Globo usa travesti para contar histórias bíblicas

A rede Globo a cada dia vem se superando. Dessa vez no programa “Tá no Ar: a TV na TV”, da Rede Globo, chamou a travesti Rogéria para participar de uma esquete onde o travesti narra histórias da Bíblia. E segundo o Site Gospel prime o quadro ganhou o nome de “A Bíblia Segundo Rogéria” e foi ao ar na última quinta-feira (26) e serviu para, mais uma vez, satirizar a crença de milhões de brasileiros. Ele, Astolfo, acho que é o seu nome verdadeiro, mas que colocou o nome feminino de Rogéria, usa o vocabulário e gírias de homossexuais para narrar histórias como de Adão e Eva e de Moisés, esse último é o personagem principal da nova novela da Rede Record.
“Quando Moisés subiu a montanha todo trabalhado naquela bata branca finérrima, um monte de gente fofoqueira foi logo atrás pra saber o que era. E ‘Momô’ arrasou, vamos combinar, né amiga? Que babado foi aquele? O povo só não gostou da parte ‘não cometerás adultério’. Afinal, quem não gosta de fazer a louca e dar uma puladinha de cerca, hein?”, diz a travesti.
A esquete foi produzida por Marcelo Adnet e Marcius Melhem, os mesmos criadores de outros programas que geraram polêmica no público cristão como a “Galinha Convertidinha” e com a sátira do seriado “Friends” que foi chamado de “Crentes”.
E ainda há quem ache graça numa bobagens dessas. Eu não perco tempo assistindo esse tipo de programa. Eu tenho mais o que fazer!
(Fonte da notícia: Leiliane Roberta lopes/Gospel prime)

domingo, 29 de março de 2015

As novas perspectivas da fé: Você é pentecostal ou é tradicional?


Volta e meia eu recebo emails de irmãos, membros de igrejas históricas afirmando que suas igrejas saíram do marasmo espiritual e que pela graça do Eterno e estão vivenciando um grande e significativo avivamento. Segundo estes, os sinais que confirmam o derramamento do Espírito Santo são sobrenaturais, como louvor profético,  revelações, quebra de maldições hereditárias, libertação de espíritos territoriais, dentes de ouro, enriquecimento pessoal e muito mais.
Alguns tiveram suas mãos ungidas pelo pastor para que pudessem repreender qualquer espírito maligno que porventura se manifestasse naquele lugar. Para piorar a situação, as canções entoadas pelo ministério de música eram extremamente confusas, e desprovidas de saúde teológica.

Em uma outra e famosa igreja histórica ao chegar ao templo deparei-me com o cartaz  que dizia: "Venha participar da corrente das portas abertas! Ore conosco por sete semanas e experimente milagres em sua vida cristã". Numa terceira igreja, o pastor orgulhosamente afirmou: Extingui o conselho da minha igreja!  Agora sou livre para ouvir as orientações do Eterno e conduzir a minha comunidade segunda a vontade do Espírito Santo! Pois é, nesta perspectiva, o culto desta igreja, tornou-se mistico e irracional onde gritarias histéricas se transformaram na marca principal de uma igreja que abandonou nas prateleiras do gabinete pastoral as Sagradas Escrituras.

Falando em pastor, não são poucos os pastores de igrejas históricas que eloqueceram de vez! Há pouco soube de um que abandonou as Escrituras em virtude da psicologia e que acredita que a psicanalise é a melhor maneira de ajudar o membro de sua igreja a superar os dilemas da vida.  Soube de outro que preferiu dar ouvidos aos ensinos maniqueístas (Bom,Yahweh, mal, diabo) instituindo cultos de batalha espiritual onde demônios recebem nomes e a cidade é mapeada, isto sem falar naqueles que andam de congresso em congresso buscando revelações escalafobéticas para fazerem as suas igrejas crescerem.
Caro leitor, diante disto ouso afirmar que um número incontável de igrejas históricas se perderam no meio do caminho. Lamentavelmente boa parte destas que deveriam ser proclamadoras  das verdades bíblicas abraçaram o neopentecostalismo, jogando na lata do lixo doutrinas fundamentais e indispensáveis a fé cristã. 

A conseqûencia direta disto é a proliferação de heresias cuja disseminação tem produzido a apostasia e o esfriamento espiritual de um número incontável de pessoas que dia após a dia se distanciam das Sagradas Escrituras.
Pois é, diante do quadro pintado pelos artistas da apostasia neopentecostal, como também pelos pintores da teologia liberal,   sou tomado pela convicção deas igrejas históricas mais do que nunca precisam priorizar as Escrituras, abandonando ao relento ensinos e doutrinascontrarias a Palavra de Yahweh.

Isto posto me sirvo das palavras do Principe dos Pregadores, Charles Haddon Spurgeon que costumava dizer: "Eu quero um avivamento das antigas doutrinas. Não conhecemos uma doutrina bíblica que, no presente, não tenha sido cuidadosamente prejudicada por aqueles que deveriam defendê-la. Há muitas doutrinas preciosas às nossas almas que têm sido negadas por aqueles cujo ofício é proclamá-las. Para mim é evidente que necessitamos de um avivamento da antiga pregação do evangelho, tal como a de Whitefield e de Wesley. As Escrituras têm de se tornar o infalível alicerce de todo o ensino da igreja; a queda, a redenção e a regeneração dos homens precisam ser apresentadas em termos inconfundíveis."

Caro amigo, se a igreja deseja vivenciar um avivamento em terras Brasileiras mais do que nunca necessita regressar à Palavra de Yahweh, fazendo dela sua única regra de fé, prática e comportamento, até porque, somente assim conseguirá corrigir as distorções evangélicas que tanto nos tem entristecido. (Texto extraido da "Neopentecostalização da Igrejas Históricas" de Renato Vargens)

Mulher pastora? O que a bíblia diz a respeito?



Hoje estamos vendo um número muito grande de mulheres pastoras, criando ministérios e comandando igrejas. Mas não vejo base bíblica para isto. Será Yahweh preconceituoso ou foi aqueles homens daquela época,pois hoje estamos em outros tempos,dirá alguns. Pois todos nós sabemos que segundo a Bíblia, a relação entre homem e mulher deve ser, antes de tudo, de respeito mútuo (1 Co 7.3-5). Yahweh formou Eva a partir de uma das costelas de Adão (Gn 2.18-22) para demonstrar que a mulher não deve estar nem à frente nem atrás, mas ao lado do homem, como ajudadora. mas o que a bíblia diz sobre ordenação de mulheres a pastora. Há ou não respaldo bíblico para a ordenação de mulheres? Reitero que nada tenho contra as mulheres, mas peço às  leitoras mulheres uma atenção maior . Afinal, como eu já disse, a  fonte primeira para nós deve ser a Bíblia. 

1) Na Bíblia, a única pastora mencionada é Raquel, uma pastora de ovelhas (Gn 29.9). E o termo “bispa”, em voga na atualidade, sequer existe. Foi uma certa “episcopisa” que, ao lado de seu marido “apóstolo”, o popularizou.
2) Muitos têm dito que as mulheres sequer eram citadas nas genealogias, pois entre os judeus elas eram desprezadas. Isso em parte é verdadeiro. Contudo, esse argumento não é válido para o que está escrito na Lei, pois foi Deus quem entregou todos os preceitos da Lei a Moisés. Seria Yahweh machista?
3) Os defensores da ordenação feminina citam como exemplo a valorosa cooperadora de Paulo e esposa de Áqüila, Priscila (At 18.26). Mas tudo não passa de conjectura, haja vista não haver nenhuma referência que confirme o seu apostolado.
4) Também citam Júnias, que — pelo que tudo indica — era um cooperador de Paulo (Rm 16.7). Mesmo que fosse mulher, o texto não afirma, categoricamente, que se tratava de alguém que exercesse o ministério pastoral ou apostólico.
5) Na igreja primitiva, as mulheres se ocupavam da oração (At 1.14) e do serviço assistencial (At 9.36-42; Rm 16.1,2). E algumas se notabilizaram como fiéis cooperadoras do apóstolo Paulo, como Febe, a mencionada Priscila, Trifena, Trifosa, etc. (Rm 16), além de Lídia, a vendedora de púrpura (At 16.14). Não há nenhuma referência a mulheres exercendo atividades pastorais.
6) Alguns teólogos feministas — de maneira precipitada e infeliz — afirmam que Paulo era machista, contrário às mulheres, em razão de sua formação. Isso não resiste a uma exegese, pois nenhum machista aconselharia os homens a amarem a sua própria mulher, como em Efésios 5.25. Nenhum machista citaria tantas mulheres, como em Romanos 16. Paulo, como imitador de Yahushua (1 Co 11.1), tratou as mulheres da mesma maneira que o Senhor. Seria Yahushua machista?
7) Se Paulo era machista, o que dizer de Yahushua, que escolheu doze homens para compor o ministério da igreja nascente, de acordo com Mateus 10.2-4? Ele teria se enganado? Ou o Mestre tinha algum vínculo com fariseus, saduceus, escribas ou quaisquer grupos machistas de sua época?
8) Na escolha dos primeiros diáconos, que poderiam vir a ser ministros, caso tivessem chamada de Yahweh para tal e servissem bem ao ministério (Hb 5.4; 1 Tm 3.13), os apóstolos disseram: “Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete varões…” (At 6.3).
9) No primeiro concílio, em 52 d.C., os rumos da igreja foram traçados por homens (At 15).
10) Em Apocalipse 2 e 3, são mencionados os pastores das igrejas da Ásia.
Como se vê, apesar de toda a polêmica  a Bíblia é clara. Embora as mulheres tenham importante papel ao longo das páginas do Novo Testamento, aparecendo na linhagem e no ministério de Yahushua (Mt 1.3,5,6,16; Lc 8.1-3), Yahweh conferiu aos homens, em regra geral, o exercício da liderança eclesiástica (Ef 4.8-11).
(Extraido do texto escrito por Ciro Sanches Zibordi).

terça-feira, 24 de março de 2015

Convertido há 11 anos, Maguila fala sobre doença: “Enquanto eu estiver vivo, eu estou lutando”


Maguila – Internado no ano passado com Mal de Alzheimer e demência pugilística, Maguila e sua esposa revelam a fé em meio as dificuldades da doença. Internado há 9 meses com Mal de Alzheimer, o ex-pugilista Adilson Rodrigues, o Maguila, deu sua primeira entrevista depois de um ano sem exposição na mídia.
“Foi o momento que Deus (Yahweh) escolheu, e a gente vai abrir isso para todo o público, e mostrar para o povo brasileiro continuar orando, porque essa força vem de Deus (Yahweh) e o impossível é para Ele, não é para nós. E eu tenho certeza que Ele vai fazer o melhor”, disse a esposa de Maguila, Irani Pinheiro.
Na reportagem feita pela TV Record, o ex-lutador foi homenageado pelo apresentador Geraldo Luís. Maguila vive uma luta diária contra o Mal de Alzheimer e a demência pugilística, doença atribuída aos socos sofridos nos ringues.
“A luta só para quando a gente morre. Enquanto eu estiver vivo, eu estou lutando. Quero viver muito”, disse Maguila. “Campeão é campeão, eu não paro de lutar”.
“Cada um tem que passar por uma coisa nessa terra. Sei que o Maguila foi escolhido por Deus (Yahweh), e venceu. Algum sinal Deus (Yahweh) está mostrando pra gente através dessa fase que estamos passando”, disse Irani.
Conversão
Convertido ao Evangelho e batizado desde 2004, o maior campeão brasileiro peso pesado de todos os tempos é membro de uma igreja da Congregação Cristã do Brasil, no bairro Vila Ré, na Zona Leste de São Paulo.
“A primeira pessoa da família a ir em uma igreja evangélica foi minha esposa, isso há muito tempo. Depois foi meu filho Adilson Jr. Eu até nem gostava muito de crente, achava que eles eram muito arrogantes, muito certinhos e cheio de pose, mas um dia fui à igreja, vi, ouvi, fiquei e me batizei. E estou lá até hoje”, disse o lutador em entrevista ao Jornal Palavra, em 2011.
Maguila revelou que mantém a fé orando e lendo a Bíblia diariamente, mas alertou: “Olha não sou fanático. Não quero servir de exemplo para ninguém. Jesus é quem garante a salvação. Ele é quem deve ser o maior exemplo. Eu sou o mesmo Maguilão.”(Fonte:Evenilson Batista/Joveminterativo.com.br)

Pastor afirma que Os Dez Mandamentos é uma profanação e prega boicote à novela da Record


A “novela bíblica” da TV Record ainda nem estreou e já recebeu sua própria campanha de boicote. E a iniciativa partiu do meio evangélico: o pastor Israel Gonçalves publicou uma lista de motivos para que os fiéis não assistam Os Dez Mandamentos.
Em uma publicação no Facebook, Gonçalves elencou “10 razões porque a novela Os Dez Mandamentos é tão prejudicial quanto a novela Babilônia”, da TV Globo.
O líder da Assembleia de Deus Ministério do Madureira, em Paragominas (PA), comparou a “novela bíblica” com a “doutrina de Balaão”: “Trata do seu conselho a balaque para que corrompesse o povo, que ele não podia amaldiçoar”.
Dentre os motivos apontados pelo pastor estão o fato de “ser uma ‘novela’ e não uma leitura real dos textos bíblicos”, que segundo Gonçalves, “tem muitos invencionismos e mentiras”.
O segundo motivo seriam as “distorções e criação de histórias fictícias aos fatos bíblicos”. O pastor também chama a atenção para o fato de que a emissora do bispo Edir Macedo se valer da Bíblia Sagrada para ganhar dinheiro: “Por se vestir de algo aparentemente bíblico, quando na verdade é um produto comercial e patrocinado pelo que julgamos pecado”.
Em seu quarto motivo, o pastor aproveita para atacar o público que teria sido definido como alvo pela Record: “Por tentar alvejar prioritariamente os ‘cristãos’ que não congregam e nem tem compromisso com o reino de Deus (noveleiros que deixam de estar no templo pra assistir novelas em casa)”.
Em quinto lugar, Gonçalves diz que a novela usará a Bíblia mas “em ‘nada’ evangeliza ou contribui pra edificação espiritual de ninguém”, e aponta, em sexto lugar, que enquanto Babilônia é “é declarada profana, a outra ultrajada de cristã, também é”.
“Enquanto uma é transmitida por um grupo na sua maioria espírita a outra será transmitida por um grupo que se esconde atrás do nome de Deus, para derramar suas mazelas na mídia”, escreveu o pastor, apontando seu sétimo motivo.
Para o líder assembleiano, o oitavo motivo está no fato de que “a novela Os dez Mandamentos, tão etiquetada de ser a primeira ‘novela’ bíblica, se interessa exclusivamente em Ibope, em audiência, em te prender a cada capítulo em tua casa. Isso é briga por telespectador, aonde você é a vítima”.
Israel Gonçalves afirma ainda que “enquanto numa tem cenas de beijos e pares de pessoas do mesmo sexo, na ‘novela bíblica’ tem até envenenamento, traições e aborto e outras coisas mais abomináveis ainda”, e coloca essas questões como o nono motivo para que os fiéis boicotem o folhetim da Record.
Por fim, o pastor diz que “se você é um servo e uma serva de Deus, use seu tempo pra servir a Deus, ninguém pode servir a dois senhores. O inimigo não está vindo de chifres e nem assombrando ninguém, ele está se utilizando da sutileza, para enganar os incautos da fé, os ignorantes bíblicos e os que perderam o primeiro amor”. (Tiago Chagas-Gospel+.com.br)

Jovem criada por lésbicas diz que sentiu falta do pai e critica gays: “Seus filhos estão sofrendo”

         A militância homossexual tem, entre suas principais bandeiras, a adoção homo parental como um dos pontos símbolos de sua luta por mais leis que os beneficie. Dentre os opositores dessas questões, a adoção de filhos por casais homossexuais é também um dos pontos de maior estresse. E essa semana, o debate ganhou um capítulo extremamente curioso. Uma mulher norte-americana de 31 anos, criada por um casal de lésbicas, escreveu uma carta aberta aos ativistas gays falando de sua experiência de vida e alertando os homossexuais de que o modelo proposto por eles para criar seus filhos traz efeitos colaterais indesejados. Intitulada “Querida Comunidade Gay: Seus Filhos Estão Sofrendo”, a carta de Heather Barwick é uma crítica aberta e pontual à adoção homo parental: “Não é porque vocês são gays. Eu amo muito vocês. É pela própria natureza do relacionamento entre pessoas do mesmo sexo”, explica a autora da carta. No texto, Heather conta que sua mãe deixou seu pai quando ela tinha dois ou três anos e passou a morar com outra mulher, que a tratava “como se fosse sua própria filha”, porém ela sentiu falta do pai na infância. Heather explica ainda que foi criada em um ambiente de bastante liberdade, cercada por homossexuais amigos de sua mãe e sua madrasta, porém, sofreu com a falta de referência masculina: “Casamento entre pessoas do mesmo sexo significa privar a criança de um pai ou uma mãe dizendo que não importa, que é tudo o mesmo. Mas não é”, observa. Na carta, ela explica que teve preocupações de como seria encarar a vida matrimonial quando ela se casasse, já que não é lésbica e não sabia como seria o casamento entre dois heterossexuais: “Eu não sou gay, mas a relação que tinha como modelo antes era entre duas mulheres”, destaca, lembrando que não tem ódio dos homossexuais ou daqueles que adotam crianças: “Muitos de nós, muitos de seus filhos, estão sofrendo. A ausência do meu pai criou um grande vazio em mim e eu sofria todo dia por não ter um. Eu amo a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca substituirá o pai que eu perdi”, conclui. Hoje, casada, Heather tem quatro filhos.  A defesa da família tradicional vem ganhando força entre os próprios homossexuais, que acreditam que o direito dos gays em formar suas próprias famílias não torna o modelo baseado em um homem e uma mulher esteja ultrapassado ou seja prejudicial. O caso recente mais vultoso foi o da dupla de estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que discutiram publicamente com o cantor Elton John a respeito da adoção de crianças por casais gays.
(Tiago Chagas/Gospel-.com.br)

segunda-feira, 23 de março de 2015

Juiz considera Suzane ‘indigna’ e a exclui de herança dos pais

A decisão  da Justiça de São Paulo determinou dia 12 de março que a herança da família Richthofen seja entregue a Andreas Albert Von Richthofen, irmão da Suzane Richthofen. Mas só foi divulgada dia 19 de março. E o juiz do caso considerou sentença, já transitada em julgado, que excluiu Suzane da partilha dos bens, calculados em mais de R$ 3 milhões, por considerá-la “indigna”. Mas antes em agosto de 2014, Suzane já havia aberto mão da disputa pela herança dos pais. E segundo a notícia o processo de inventário corria em segredo de justiça, desde 2002. É sabido também que Suzane cumpre sentença de 39 anos, na prisão de Tremembé, no interior de São Paulo, pela morte dos pais em 2002. O crime chocou o País na época., e em entrevista ao apresentador Gugu ela revelou que o crime, executado com ajuda dos irmãos Cravinhos, foi premeditado.
E nesta entrevista Suzane fez questão de dizer que amadureceu e que os 12 anos atrás das grades a transformaram em uma mulher consciente da inconsequência do ato bárbaro que chocou o país. Em entrevista com mais de uma hora de duração a Gugu Liberato, na estreia do programa do apresentador na Record, que foi ao ar numa quarta-feira (25 de fevereiro) à noite, após dois anos longe da televisão, Suzane disse sofrer com a falta da família e que planeja estudar Administração de Empresas quando sair da cadeia. Seu plano é investir no ramo de costura, ofício que ela pratica diariamente atrás das grades. O emprego de costurar uniformes de presidiários e agentes penitenciários lhe rende um salário de 600 reais.
Bem articulada e segura de si, Suzane lembrou do dia em que seu namorado Daniel Cravinhos e o irmão dele, Cristian, mataram a golpes de barra de ferro Marisia e Manfred von Richthofen, enquanto os dois dormiam na casa da família no bairro Campo Belo, região nobre na Zona Sul de São Paulo. Ela contou que planejou o assassinato junto com o namorado por cerca de três meses e hoje se arrepende. “Naquele dia eu estraguei a minha vida e da minha família inteira sem caminho de volta, eu queria ter feito diferente”.
Assim como declarou durante julgamento, Suzane lembrou que estava sob efeito de drogas, mas assumiu ter sido inconsequente por não ter ouvido os alertas da mãe sobre a má influência do namorado. “Se pudesse vê-la eu pediria perdão e diria que estava certa quando dizia que o Daniel me levaria para o buraco. Eu achava que sabia de tudo, mas não sabia de nada”.
No começo da entrevista, Gugu perguntou sobre a relação de Suzane com o irmão Andres, que ela não vê desde 2006. Ela abriu mão da herança que "foi avaliada em 10 milhões de reais, por acreditar que esse dinheiro nunca lhe pertenceu". “Eu sei que eu causei muito mal a ele, eu queria que ele pudesse me perdoar”, disse.
Suzane está detida na Penitenciária de Tremembé, interior de São Paulo.Em fevereiro do ano passado, a presa teve um pedido negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) para receber pensão alimentícia do espólio dos pais. E como a justiça brasileira é benevolente com aqueles que praticam o mal , foi dito que ela poderia ter o beneficio do regime semi-aberto, mas ela negou, em agosto do ano passado esse benefício para ir ao regime semiaberto alegando questões de segurança se saísse da prisão para trabalhar.

 Suzane von Richthofen lá na prisão tem uma namorada, a detenta Sandra Regina Ruiz Gomes, mais conhecida como Sandrão.

Sandrão, como é conhecida, se veste de homem e tem um passado bem comprometido. Foi condenada por participar do sequestro seguido de morte de um menino de 14 anos, em 2003. Dizem os autos do processo que condenou a mulher que era ela quem fazia as ligações para a família da vítima. Eles queriam 40 mil, conseguiram três, mas mataram o garoto, sem dó nem piedade. Foi condenada a 27 anos, pena reduzida, depois, para 24. Em seguida, se envolveu em uma briga com um agente prisional e complicou ainda mais a vida. Mas, assim, mesmo com a fama de durona, segundo um perfil divulgado na Folha de S.Paulo, é dela a função de mestre de cerimônias quando há um evento dentro da penitenciária de Tremembé. Se veste à rigor, de fraque, gravata borboleta e bota ordem no pedaço.

As duas assumiram o relacionamento no ano passado, quando passaram a dividir uma cela na penitenciária. Antes de Suzane, a detenta Sandra namorava Elize Matsunaga, acusada pelo assassinato do marido, o empresário Marcos Matsunaga, então diretor executivo da Yoki. Elize também cumpre pena na unidade. Em entrevista ao programa do Gugu, da rede Record, no mês passado, Suzane disse que o relacionamento não acabará com a mudança de penitenciária.

"Mesmo que uma das duas vá para o semiaberto, o relacionamento continua. A gente está planejando uma vida juntas, fazer algo para o nosso futuro, continuar a relação fora daqui", afirmou Richtofen. "Temos uma relação de companheirismo, cumplicidade, lealdade, confiança [...]. A Sandra é extremamente leal, fiel a si própria, ao que acredita", afirmou na ocasião.

(Fonte da notícia Gospel/Na Ponta da língua/O Dia Brasil)

10 Frases Sobre Cultivar a Gratidão

Apenas hoje estou reconhecendo a oportunidade em vez do obstáculo. A bondade em vez da apatia, a luz no lugar da escuridão, o amor em ve...