domingo, 8 de fevereiro de 2015

Blocos evangélicos no carnaval


Conta essa história direito. Com o intuito de pregar o evangelho durante o carnaval, evangélicos criaram blocos e até mesmo Escolas de Samba cujo objetivo final é pregar aos foliões.


Nos últimos anos tornou-se comum encontrarmos em algumas igrejas evangélicas blocos carnavalescos. Com o intuito de pregar o evangelho durante o carnaval, evangélicos de denominações diferentes criaram blocos e até mesmo Escolas de Samba cujo objetivo final é pregar aos foliões. Segundo os sambistas de Jesus, essa é uma maneira de evangelizar os perdidos que se encontram absortos em iniquidade e que precisam desesperadamente de Cristo. Antes de qualquer coisa preciso afirmar que concordo plenamente com o fato inequívoco de que os perdidos estão mergulhados em iniquidade e que carecem da graça do Senhor. Sem sombra de dúvidas isso é um ponto indiscutível. Verdadeiramente os homens estão destítuidos da glória de Yahuh, mortos em seus delitos e pecados e incapazes de buscarem ao Senhor. (Efésios 2:1-10)

Caro leitor, o que me preocupa efetivamente não é o desejo de evangelizar, nem tampouco a vontade de pregar as Boas Novas da Salvação Eterna aos que se perdem e sim a forma escolhida para o desenvolvimento dessa missão.

Isto posto, permita-me explicar porque sou contra a criação de blocos evangélicos carnavalescos:
  • Acredito que a evangelização se dá de forma contínua e de modo relacional, isto é, todos nós, somos chamados a evangelizar os que se relacionam conosco através de palavras, testemunhos,  durante o ano e não em eventos esporádicos.
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  • Porque nem toda contextualização é bíbllica. Quando a contextualização abre portas ao mudanismo, paganismo, e a ausência de santidade, ela precisa ser rechaçada.
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  • A igreja foi chamada para pregar Yeshua e o arrependimento de pecados e não um tipo de evangelho palatável cujo foco principal é a satisfação humana.
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  • Pela forte relação com o mundo e com os valores que nele existentes. Ora, por mais que digam ao contrário, os que saem as ruas para "evangelizar" em blocos carnavalescos relacionam-se com o mundo e a cultura de uma forma onde o foco principal não é a glória de Deus e sim o bem estar do homem. (Romanos 12:1-2)
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  • Por tomarem o nome do Eterno em vão, fazendo do Senhor instrumento exclusivo de satisfação pessoal. Na minha perspectiva sair as ruas, sambando, rindo fere o mandamento bíblico de usar o nome do Senhor em vão.
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  • Porque ainda que se diga que o objetivo é a evangelização o que menos se vê é a pregação do Evangelho.
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  • Por dar ocasião a carne e ao "velho homem." despertando em muitos o antigo prazer pelo pecado.
Se não bastasse isso pergunto:
Será que se a Igreja pregasse e vivesse o evangelho durante o ano não haveriam mais conversões do que comumente temos?  Ora, vamos combinar uma coisa? Evangelizar é muito mais do que cantar, sambar, pular. Evangelizar está para além de eventos, programas ou atividades distintas. Evangelizar é compartilhar aquilo que o Senhor fez pelo pecador na cruz do calvário, é confrontar o homem em seus delitos e pecados, chamando-o ao arrependimento, é proclamar Yeshua como Senhor e Salvador, confrontando o pecador com a dura, porém maravilhosa mensagem da Cruz.
Bem sei que alguns me xingarão de "fundamentalista estupido", de fariseu da modernidade e outras coisas mais, todavia, ao contrário de alguns não posso considerar as loucuras do chamado movimento gospel como normais.
Definitivamente o Brasil precisa de um avivamento!
Definitivamente o Brasil precisa regressar as Escrituras.
Definitivamente precisamos chorar e clamar ao Eterno  por mudança no evangelicalismo brasileiro.

"E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha" (Efésios 5.11-12).
É o que penso, é o que digo!
Texto: Renato Vargens

sábado, 7 de fevereiro de 2015

A IGREJA TEM PODER DE MUDAR O QUE ESTÁ ESCRITO NA BÍBLIA?

É claro que não, e ninguém na sua sã consciência poderá dizer o contrário. Mas mesmo assim as religiões fazem sem a menor cerimônia ou crise de consciência. O homem tem dentro de si um espírito de desobediência. E vai ser assim até o final. 

Vamos começar pela a igreja católica. Seu sincretismo, seus rituais fogem e muito do que diz a palavra de Yahuh. Pena que muitos são cegos e na maioria das vezes nem estuda a própria bíblia. Vamos começar a respeito da mudança da guarda do domingo para o sábado. Catholic Mirror (O Espelho Católico) de 23 de Setembro de 1893:

“A Igreja Católica, mais de mil anos antes da existência de um único protestante, em virtude da sua divina missão, mudou o dia de Sábado para o Domingo”

Arcebispo D. Duarte Leopoldo, na Concordância dos Santos Evangelhos, p. 146: “Se devemos repelir a Tradição, e aceitar somente o que está escrito na Bíblia, como dizem os Protestantes, porque aceitam eles a santificação do Domingo, o baptismo das crianças e outras práticas que não constam da Escritura Sagrada?”

Catecismo Doutrinal, do Reverendo Stephen Keenan, p. 174:
Pergunta: - Tendes qualquer outra maneira de provar que a Igreja tem poder para instituir festas por preceito? E leiam o que diz os "estudiosos católicos, dentro da própria igreja católica: - Não tivesse ela esse poder, e não poderia ter feito aquilo em que concordam todos os dirigentes religiosos modernos – não poderia haver substituído a observância do Sábado do sétimo dia da Semana, pelo Domingo, o primeiro dia, mudança para a qual não há autoridade escriturística.The Convert´s Cathecism of Catholic Doctrine (Catecismo da Doutrina Católica para os Conversos), do Padre Peter Geierman, C. SS. R., p. 50, segunda edição, 1910, Obra que recebeu a “Bênção Apostólica” do Papa Pio X, em Janeiro de 1910,

Pergunta: Qual é o dia de descanso?
Resposta: O dia de descanso é o Sábado (Gênese 2:3).

P.: Porque se observa o Domingo em vez do Sábado?
R.: Observamos o Domingo em vez do Sábado porque a Igreja Católica, no Concílio de Laodicéia (336 A.D), transferiu a solenidade do Sábado para o Domingo.Cónego Hugo Bressane de Araújo, em Perguntas e Respostas, ps. 22,23.

Pergunta: Qual o dia da Semana a Bíblia ordena santificar?
Resposta: O Sábado. Eis as passagens bíblicas: (o autor cita Êxodo 20:8-11; 31:14,15; Deuteronómio 5:12-14).


Mas a Bíblia manda observar o Domingo em vez do Sábado? É claro que não, pois como todos nós já sabemos que foi a igreja católica e por ser uma igreja poderosa na época influenciou o mundo. Então porque os evangélicos observam o Domingo em vez do Sábado? Simples,neste ponto seguem apenas a Tradição Católica. Cardeal Gibbons, em Faith of Our Fathers (A Fé dos Nossos Pais), edição de 1893, p. 111: “Podereis ler a Bíblia do Génesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha que autorize a santificação do Domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do Sábado, dia que nós nunca santificamos.”

Segundo o Padre Júlio Maria, no livro Ataques Protestantes, p. 81: “Em parte nenhuma figura o Domingo como o dia do Senhor…Nós, Católicos Romanos, guardamos o Domingo, em lembrança da ressurreição de Cristo, e por ordem do chefe da nossa Igreja, que preceituou tal ordem do Sábado ser do Antigo Testamento, e não obrigar mais nos Novo Testamento.”


 TESTEMUNHOS DE FONTES PROTESTANTES: Dr. Lyman Abbot, na obra Christian Union, de 26 de Junho de 1890: “A noção corrente de que Cristo e os Seus Apóstolos mediante a Sua autoridade substituíram o sétimo dia pelo primeiro, não tem absolutamente base no Novo Testamento.”

Bispo Seymour, da Igreja Episcopal, em Why We Keep Sunday (Porque Guardamos o Domingo): “Fizemos a mudança do sétimo dia para o primeiro, do Sábado para o Domingo, por autorização da santa Igreja, Católica, Apostólica de Cristo.”

Sir William Domville, no famoso Examination of Six Texts (Exame dos Seis Textos), p. 291: “Séculos da era cristã se passaram antes que o Domingo fosse (geralmente) observado pela Igreja Cristã no lugar do Sábado. A História não nos fornece uma única prova ou indicação de que fosse (oficialmente) observado antes do édito dominical de Constantino, em 321 da nossa era.”

Dwight (Presbiteriano), em Theology Explained and Defended, (Teologia Explicada e Defendida), Vol. 4, p. 40: “O Sábado cristão (Domingo) não se encontra na Escritura, e não era pela Igreja Primitiva chamado Sábado.”

Fowler (Congregacional), em Mode and Sugjects of Baptism (Modos e Assuntos do Baptismo): “Não existe na Bíblia mandamento que requeira de nós a observância do primeiro dia da semana como sendo o Sábado cristão.”

Reverendo Amós Binney (Metodista), em Theological Compend (Compêndio Telológico), ps. 180, 181: “É certo não haver mandamento positivo para o baptismo infantil…Tampouco o há para santificar o primeiro dia da semana.”

 ENCILOPÉDIAS E MANUAIS DAS IGREJAS


Encilopédia Chambers, artigo Sábado: "Por nenhum dos Pais antes do quarto século é ele (o primeiro dia da semana) identificado como sendo o Sábado; nem o dever de o observar se alicerça que no quarto mandamento quer em preceito ou exemplo de Cristo ou dos Seus Apóstolos. Inquestionavelmente a primeira lei, quer eclesiástica quer civil, mediante que se sabe haver sido ordenada a observância sabática daqueles dias, é o édito de Constantino, em 321 da nossa era... Não foi senão no ano 538 que, por autoridade eclesiástica (3º Concílio de Orleans) foi recomendado a abstenção dos trabalhos do campo, em vez de os permitir, e isso feito expressamente no sentido de o povo dispor de mais folga para ir à igreja e fazer as suas orações."

Enciclopédia Britânica, artigo Domingo: "Foi Constantino que primeiro legislou sobre a observância do Domingo, e, segundo Eusébio, determinou que esse dia fosse regularmente celebrado em todo o Império Romano."

Cox´s Sabbath Manual, citando Augsburg Confession of Faith, documento Luterano, secção 10, da parte 2: "A observância do dia do Senhor (domingo) não se baseia em nenhum mandamento de Deus, mas sim na autoridade da Igreja."

Que influência, tanto a Bíblia como a História revelam ter estado em operação na Igreja imediatamente após os dias Apostólicos?

(Atos 20:30) - E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.

"No intervalo entre os dias dos Apóstolos e a conversão de Constantino, a comunidade cristã mudou de aspecto... Ritos e cerimônias de que nem Paulo nem Pedro tinham ouvido, entraram subtilmente em uso, reivindicando depois a dignidade de instituição divina." - Dr. W.D.Killens´s (Presbiteriano), The Ancient Church, prefácio.

O Que disse Yahushua do culto baseado em preceitos de homens?

(Mateus 15:9) - Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.

O Que disse o Senhor Yahushua seria feito com toda a planta que Yahuh não plantou?

(Mateus 15:13) - Ele, porém, respondendo, disse: Toda a planta, que meu Pai celestial não plantou, será arrancada.

Então como vimos de forma transparente esta mudança do Sábado para o Domingo não tem o cunho de Yahuh, ela não é de origem divina, este motivo mais que suficiente para voltar ao caminho indicado por Yahuh. Esta foi a minha decisão e dou graças a Yahuh pelo Espírito de santidade que agiu no meu coração e me guiou e guia em Yahuhsua. Que o Eterno lhe dê força e bênção a si também para decidir pelo que é correto e justo.

FONTE:Pr. José Carlos Costa//GALERIAS ESTUDOS BÍBLICOS)

Power Ranger Verde se torna evangelista


Milhões de crianças do mundo todo cresceram assistindo a série de televisão Power Rangers. Até hoje o programa filmado na década de 1990 é reprisado com sucesso em várias emissoras e lançou uma nova versão pelo canal Nickelodeon.

Mais de 20 anos depois, os fãs ainda fazem filas para conhecer o seu super-herói favorito nas convenções e feiras temáticas de super-heróis. Jason David Frank é o ator mais conhecido da franquia tendo destaque como Tommy Oliver, o primeiro Ranger Verde.

Mas fora das câmeras, o homem por trás da máscara tem se dedicado ao ministério evangelístico, falando sobre o único “super-herói” que ele conhece: Jesus Cristo (Yahushua)
Seu sucesso ele credita a Deus (Yahuh), que “definitivamente tinha um plano” e lhe permitiu isso. Jason Frank conta que se converteu em 2001, poucos meses depois da morte de seu irmão Erik Ray Frank, que também atuou em Power Rangers. Lembra que as pessoas começaram a convidá-lo para ir à igreja naquele momento difícil. Abrindo seu coração, aceitou a Jesus e desde então tenta conciliar sua carreira como ator com as oportunidades de pregar o evangelho.

Ele fez aparições em eventos de sua igreja, no Texas, apoiado pelo seu pastor, Keenan Smith. Juntos, criaram o Impact Team, um grupo de atletas profissionais que faz apresentações de vários esportes e compartilha do amor de Deus (Yahuh) com a plateia.

Conta ainda que usa as redes sociais para falar sobre Jesus. “Eu me comunico com cerca de 5 milhões de pessoas toda semana através do Facebook e do Instagram. É uma bênção poder fazer isso”, comemora.

Outra maneira que Frank diz utilizar para levar a Palavra é através de uma linha de roupas e acessórios para artes marciais, chamada Jesus Didn´t Tap [Jesus não pediu pra sair], uma referência ao gesto do lutadores que, ao bater no chão, indicam que estão desistindo da luta. Para ele, trata-se de uma lembrança que mesmo diante do sofrimento e da cruz, Jesus não desistiu, morrendo por todos.

Falando sobre fé e esportes, Frank lembra do crescimento do número de igrejas evangélicas norte-americanas que possuem programas ministeriais ensinado MMA aos fiéis. Esse fenômeno teve destaque ainda maior com o lançamento do documentário “Igreja da Luta”, que mostrava pastores trocando socos (?) no octógono. Com informações CBN 


Fonte: Gospel Prime

O polêmico Pastor Silas Malafaia no Programa do Ratinho


O pastor Silas Malafaia esteve nesta quinta-feira (5) participando Programa do Ratinho, no SBT, falando sobre diversos temas ligados a política e religião.
Malafaia respondeu perguntas polêmicas, um internauta chegou a questioná-lo como psicólogo querendo saber se reprimir a relação entre pessoas do mesmo sexo pode ser prejudicial. “Qualquer coisa que pode atingir uma pessoa no seu emocional pode traumatizar”, afirmou dizendo que o ser humano consegue se recuperar e reinventar sua vida. “O que traumatiza a pessoa é ela ser violada em sua sexualidade”. O pastor assembleiano também opinou sobre aborto, lembrando que a criança não é continuação do corpo da mulher. “A maioria de aborto é fruto da irresponsabilidade e da promiscuidade humana”, afirmou.Foram mais de 50 minutos de conversa, e o pastor respondeu perguntas relacionadas a temas polêmicos como sexo, ativismo gay, leis que privilegiam homossexuais, regulamentação da mídia, igrejas inclusivas, pena de morte entre outros.(Leiliane Roberta Lopes/Gospel prime)


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Síndrome de Davi


Há muito tempo tenho notado, estudado e desagradavelmente conferido, o aumento desta “patologia” crescente no meio evangélico: A Síndrome de Davi.
“Filha” da teologia da prosperidade, A Síndrome de Davi, além de adquirida pela cobiça, se alastra em pouco tempo em meio ao mundo individualista, egocêntrico e nada prospero dos “evangélicos”, em contrapartida aos seguidores de Jesus (Yahushua); Os seguidores dos passos do Mestre que tratou de mostrar o desejo do coração de Yahuh.
O Messias que disse que o maior homem entre os nascidos de mulher, era João Batista; Disse, inclusive, que no reino qual dera inicio em sua vinda ao mundo, o menor entre todos, seria maior que ele, que já era um exemplo.
Onde está nas palavras e ensinamentos de Yahushua, Davi como exemplo? É certo de que o Senhor havia encontrado no gentil pastor de ovelhas e, subsequente Rei de Israel, o homem segundo o seu coração; Um coração voltado e rendido ao Senhor. Mas param por aí as alegações, tributos e “adoração” a Davi.

Isso mesmo.
Davi se tornou o “exemplo”, o “ideal a ser seguido” e, não importa se você é um pobre e rejeitado, pule a etapa de seguidor de Yahushua,  e o Yahuh em sua vontade suprema mostrada ao mundo e vá para o “Reino de Davi”!
Fácil, não é?
Não se fala em João batista; O que antecedeu a Yahushua , como um exemplo de arrependimento e de volta aos caminhos do Senhor (compreensível; Afinal, negar-se a sim mesmo em favor do Reino, não é fomentado), mas fala-se em Davi; “Ele é o Rei” e, se Yahushua conquistou uma vida abundante, “o que você está esperando?” “Somos Reis e sacerdotes!” Por isso, devemos passar na frente dos outros, do mundo e do pecador e suas mazelas, esmagando a “cana que já está quebrada”, para conquistarmos o nosso direito ao “Reino”, ao governo deste mundo, à maneira do próprio mundo.

Como os antigos, julgamos ter o direito de “tomar” reinos, governos, bem ao estilo do Rei Davi, afinal é bem mais fácil e corresponde bem mais, aos nossos egos… Para que, o “andar duas milhas” no “sub-evangelho” pregado, que visa o “Eu”?

Embasbacado diante deste ensinamento torpe, fico pensando se não já estava claro, todo o exemplo de verdadeira conquista do mundo para o verdadeiro reino de Yahuh. Mas Yahushua disse: -“O meu Reino não é deste mundo… ” João: 18-36. Isto, sem que seja preciso um aprofundar teológico, mostra que também não era segundo a forma humana convencional que atrairíamos o mundo para Yahuh.

A nossa maneira de vencer o mundo já foi mostrada e todo ser humano, nascido de novo, sabe o que isso quer dizer…

Mas parece se esquecer.
Tentado pela cobiça, o discípulo que deveria continuar a tomar a sua cruz, está tomando a partir de “revelações” de pastores e líderes que se juntam em propósitos que nada tem a ver com o evangelho de Yahushua, adequando suas vidas e, consequentemente das igrejas, segundo os padrões do mundo e sua concupiscência.
Yahuh nos chamou para mirarmos em Yahushua. De Davi, só a intenção de coração.
Nesse engano, pastores com a ideia de que chegou o momento de avançarmos como Reis nessa terra, têm fomentado um caráter desprovido de amor nas igrejas e cheio de egoísmo e individualismo dentro e fora delas.
Pior que isso, estes, tem trazido ao homem que já não quer saber de nada que se oponha ao seu eu, a ideia de que somos algo com um fim em nos mesmos.
Se nosso fim é sermos como Yahushua, não há engano: Sua meta, todos nos sabemos.
A partir de ideias arrancadas do velho testamento, somos “arrancados”, do evangelho que ao mesmo tempo trás, Vida abundante, prosperidade e a cruz a que cada um tem o dever de levar, para sermos simplesmente lançados no interesse escuso de lideres egoístas que nada mais querem, do que cuidar de seus “Reinados”.
Em busca do “Reinado de Davi” e suas consequências, estes “pastores” tem no final das contas “matado” a muitos em seus interesses pessoais, como Davi, que em seu desejo sexual aproveitou-se de sua posição para matar o marido da mulher de seu soldado.
Pasmado, com o que dia após dia é visto nas instituições evangélicas, na mídia, eu fico a pensar no horror da megalomania dos que se dizem amantes do Reino de Yahuh, mas que não passam de amantes da imagem do reino de Davi que se adéqua em suas mentes; Começam como Davi mas se esquecem do seu descendente; Yahushua.
Esquecem-se de que o coração de Davi, apontava para o caráter de Jesus, do que ensinava e ensina até hoje, através do Espirito de Santidade de Yahuh.
Miram-se tanto nesse “Davi” de suas mentes, que terminam como Saul; Revelando sem sombra de dúvidas em suas ações, frutos de que desconhecem o coração do único Rei que é exemplo a ser imitado; Yahushua.
Texto de Rogério Ribeiro.

Lobby LGBT destruiu educação no Brasil, denuncia pedagoga

Damares Alves volta a alertar população sobre a desconstrução da família no Brasil

Em palestra realizada em dezembro de 2014 em Arujá , na Grande São Paulo, a advogada, pedagoga e pastora Damares Alves trouxe novas e impressionantes informações sobre o brutal aparelhamento da educação brasileira pelo movimento LGBT.
Eu posso fazer nas escolas um grande trabalho de combate ao preconceito sem agredir a identidade biológica das nossas crianças e sem destruir a imagem da família. Mas isso não está acontecendo no Brasil. Aqui está havendo uma verdadeira guerra contra a família”, denunciou.
A pedagoga denunciou o conteúdo de cartilhas pedagógicas de todo o Brasil que abordam a temática sexual nas escolas de forma explícita até para alunos do ensino fundamental.
É um material recheado de notórios incentivos à masturbação, iniciação sexual precoce e experimentação de comportamento bissexual. Algumas cartilhas, de tão explícitas, se tornaram alvo de denúncias dos pais e ganharam reportagens na TV.
A pedagoga também relatou o caso de um pai de Bauru, em São Paulo, que foi olhar o material pedagógico da filha de 12 anos, cursando o sexto ano, e ficou abismado com dever de casa que o livro propunha para a sua filha.
O dever de casa era o seguinte: o aluno era orientado a passar o fim de semana beijando três meninos e três meninas. O tema da redação seria, então, a descrição das sensações vivenciadas durante essas experiências.
Isso não é combate a homofobia. Não estão respeitando a identidade biológica das nossas crianças. Posso falar de preconceito contra homossexuais sem levar para as escolas, por exemplo, uma cartilha que mostra quatro homens transando. Posso combater o preconceito sem levar isso para crianças entre 10 e 13 anos de idade”, denunciou Damares.
Narrou ainda o episódio vivido por uma professora que – por razões profissionais – não pode ser identificada. Ela flagrou um aluno de apenas 03 anos fazendo sexo oral em um colega. A professora levou o caso à direção e, para sua surpresa, foi orientada a não intervir.
A diretora daquela escola, seguindo o padrão imposto na educação brasileira, disse para a professora que aquilo era uma demonstração homoafetiva. E, se ela impedisse, poderia ser vista como homofóbica. Mas e se o caso envolvesse um menino e menina? Será que, neste caso, a diretoria não diria que é cedo demais pra isso?”, questionou Damares.

Menina esperta

Damares citou a existência do “Plano Nacional de Cidadania LGBT”, uma diretriz do governo federal, que traz no seu primeiro “eixo estratégico” o objetivo de “estimular materiais didáticos e paradidáticos sobre diversidade sexual”.
São muitos os caminhos que o movimento LGBT tem percorrido, sem alarde, para levar sua agenda ideológica para as escolas. E os resultados, muitas vezes, chocam os professores e demais profissionais que recebem esse material pedagógico.
Sempre cito o caso da cartilha chamada ‘Meninas espertas vivem melhor’. Nela, ensina-se que meninas não precisam de homens porque podem se masturbar sozinhas. A cartilha vem com um espelhinho pra menina chegar em casa e olhar a própria vagina. E assim ela aprende a se masturbar. Isso foi feito com verba pública”, declarou Damares.
Essa tem sido a tônica dos materiais que estão chegando nas escolas do Brasil. Não é combate a homofobia. Estão desrespeitando a identidade biológica das nossas crianças e usando verbas públicas para destruir essa geração”, completou.
Todas as informações constam no vídeo da palestra, obtido de forma exclusiva pelo Gospel Prime, “Educação: Missão da Família ou do Estado?”, que Damares Alves realizou em Arujá, para promover ali o projeto de lei do movimento Escola Sem Partido, que busca uma educação sem aparelhamento ideológico. (Fonte:Thiago Cortês/Gospel prime).

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Adressa Urach:“Minha vida passou diante dos meus olhos como um filme. Senti muita vergonha..."



No final do ano passado, a modelo e apresentadora Andressa Urach (27) ficou quase um mês internada por causa de complicações nas cirurgias para retirada de hidrogel das pernas. Ela pegou uma infeção grave que fez seus órgãos pararem de funcionar. Os médicos cogitaram amputar suas duas pernas.Durante esse tempo no hospital, Andressa afirma ter morrido e “encontrado seu criador”. Falando à imprensa, contou que se viu diante de Deus e que estava “sendo punida por sua obsessão pela boa forma e vaidade estúpida”.Após o período de recuperação, passou a usar as redes sociais para falar sobre sua fé, alegando ter se convertido. Nos dias que esteve internada, foi vistada pelo pastor de sua mãe, que é evangélica.
Relata que certa noite, viu “algo horrível, os espíritos da morte me circulando. Eles eram como nuvens negras, mas sob a forma de espíritos, e ouvi gritos. Um deles era mais preto do que os outros e eu sabia que era a morte que vinha para a minha alma. Lembro-me de entrar em pânico e gritar para minha mãe, pedindo-lhe para me ajudar, porque eu ia morrer”.

Ela descreve sua experiência: “Minha vida passou diante dos meus olhos como um filme. Senti muita vergonha e sabia que não era digna de entrar no céu. Pedi perdão e implorei por outra chance. Prometi fazer reparos. Nunca esquecerei disso. Ficar cara a cara com a morte me fez entender que nada mais importava, minha beleza, minhas bolsas, minhas roupas, meu carro… Deixei tudo para trás”.Mas ela parece confusa em algumas declarações à imprensa. Falando a um programa da Rede TV, onde trabalhava, contou “Só saio de casa para fazer o meu tratamento de oxigênioterapia, que vai ajudar a cicatrização (das feridas da perna) e estou rezando a Deus que eu não passe mais por essa aprovação. Eu digo: ‘ Deus, estou pagando os pecados dessa vida e da outra.’ Porque não é possível, estou sofrendo muito, estou sofrendo demais”. Dias depois, fez um desabafo nas redes sociais. Postou em sua conta no Instagram nesta quinta-feira (29): “Procurei outras religiões e fiz muitos trabalhos para conquistar muitas coisas e paguei valores muito altos em dinheiro pra isso! Fiz um pacto com uma pombagira que a cada um mil reais que eu ganhasse eu lhe daria uma champagne fora os valores de trabalhos e das festas de final de ano”.

No texto que escreveu em tom de confissão, Andressa escalrece que pediu a Deus pela sua recuperação. Como foi atendida, voltou para a igreja evangélica que sua família frequenta. “Sou cristã e não tenho vergonha de assumir! Meu passado ficou pra trás!”, asseverou. Curiosamente, diz que isso não impede que ele continue a trabalhar como modelo. “Vou continuar trabalhando honradamente mesmo que seja fazendo um ensaio de lingerie, porque sustenta minha casa e coloca comida na minha mesa”, esclareceu. Entre os comentários dos seus seguidores na rede social, há quem questione a conversão de Andressa e quem a defenda. No passado, Andressa foi acusada de ser garota de programa e teve um caso com outra concorrente no concurso Miss Bumbum 2012, do qual foi vice-campeã. 

Fonte: Gospel Prime

10 Frases Sobre Cultivar a Gratidão

Apenas hoje estou reconhecendo a oportunidade em vez do obstáculo. A bondade em vez da apatia, a luz no lugar da escuridão, o amor em ve...